Bebida ficou por três anos no processo de maturação em barris de carvalho | Crédito: Divulgação/SALINAS

Muito antes do novo coronavírus chegar ao Brasil e da crise econômica provocada pela pandemia alterar estratégias e negócios em todo o País, o Grupo Salinas já estava trabalhando no desenvolvimento de novos produtos. Agora, com a proximidade das festas de fim de ano e com o aquecimento da economia – mesmo que lento – a marca acaba de lançar a cachaça extra premium Salinas Black.

Envelhecida em tonéis Jack Daniel´s Tennessee Whiskey, nos Estados Unidos, a bebida ficou por três anos no processo de maturação em barris de carvalho e se destaca pela sofisticação e exclusividade, sendo indicada para a degustação dos amantes de produtos exclusivos, tornando-se ainda ótima para presentear. É o que conta o diretor do Grupo Salinas, Thiago Medrado.

Segundo ele, o lançamento estava previsto para os próximos meses. No entanto, diante da necessidade de movimentar o mercado e da perspectiva de início de retomada da economia, após meses de recessão, em função das medidas de distanciamento social em combate à Covid-19, foi antecipado e já tem sido sucesso entre os representantes.

“O lançamento visou o incremento da demanda no fim de ano, pois embora não possa ser comparado com o whiskey, a qualidade e os diferenciais se aproximam bastante, tornando um produto diferenciado”, explicou.

O primeiro lote resultou em 30 mil litros da bebida, indicando a restrição do produto, que já pode ser encontrado nos principais sites e lojas de bebidas pelo País. A segunda leva já está garantida, em processo de maturação, enquanto as demais acompanharão a demanda do mercado.

Medrado destacou que os barris usados na produção do Jack Daniel´s importados e aplicados na produção da Cachaça Salinas resultaram em um produto ímpar. “Os tonéis guardam uma memória aromática sensorial entre os sulcos do carvalho americano. Além do sabor caramelizado, seco e frutado, típicos dessa madeira, o malte dos whiskeys confere um aroma potente, com um retrogosto único, marcante”, detalhou.

De coloração entre o amarelo-ouro e o castanho claro, límpida e brilhante, a bebida alcançou graduação alcoólica de 40% vol. Além disso, a Salinas Black foi destilada em alambiques de cobre pelo processo de separação por partes, em que só a melhor fração do destilado é aproveitada.

“Nosso processo de produção é artesanal, mesmo com uma estrutura de fábrica grande. Aqui, toda alquimia por trás do fazer da cachaça é uma tradição familiar”, ressaltou.

Artesanal, assim como as bebidas do grupo, a Black foi fabricada na região de Salinas, no Norte de Minas Gerais, e é o primeiro estilo de uma série de blends que o grupo vem desenvolvendo. “Há outras bebidas do tipo em mente, outros produtos que vão contar com mesclagens como esta”, revelou.

Com 34 anos de atuação, o Grupo Salinas detém a maior fábrica de cachaças artesanais do Brasil (e do mundo, já que cachaça só pode ser fabricada no Brasil), além de ser a empresa de maior capacidade de envelhecimento do setor. Fundada em 1986, a tem um mix de produtos, desde a Cachaça Salinas Tradicional até edições limitadas que podem ser encontradas em e-commerces nacionais e internacionais.