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Crédito: Reprodução

Aparecido Borghi*

Desde o início do isolamento social em vários países, a relação comercial mudou drasticamente. Até há pouco tempo, víamos lojas cheias e consumidores passeando com sacolas cheias pelas principais ruas de comércio das grandes cidades.

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Agora, todo esse movimento migrou para o e-commerce, que cresceu de forma exponencial. Até o momento, desde o anúncio da pandemia, as vendas nesse canal superaram datas importantes, como Natal e Black Friday.

A necessidade de adaptação ensinou grandes corporações a trabalharem como startups na condução de seus projetos de construção de um canal digital. Há relatos em que empresas de cosméticos, por exemplo, treinaram sua equipe de demonstração de ponto de vendas em consultores digitais e aptos a responderem a perguntas dos clientes em chat e outros meios de contato. Uma grande empresa de varejo de brinquedos conseguiu, em tempo recorde, montar uma plataforma digital interativa para fornecer conteúdo aos pais para entreter crianças em casa.

Creio que o comércio eletrônico ainda manterá índices elevados e as empresas focarão investimentos neste canal. Do ponto de vista econômico, espera-se uma retomada lenta, um consumidor mais endividado e com baixo índice de confiança. Ou seja, acredito que a população terá gastos mais cautelosos e mais consciente, gerando oportunidades de crescimento para os atacarejos e para as marcas próprias bem posicionadas.

Classes econômicas que até então se valiam do canal hiper e super tendem a experimentar o canal. Com isso, há um acirramento na competição entre as empresas do ramo industrial e varejo. Veremos, portanto, o surgimento de um “novo consumidor” motivado por novas emoções em função da pandemia.

Ele dará maior valor àquelas empresas e marcas que se mostraram solidárias com seus funcionários e cidadãos durante a pandemia e também o inverso: irá preterir marcas que se aproveitaram da situação para autopromoção e lucro.

* Mestre em Administração; Especialista em Administração Industrial; Especialista em Planejamento e Gestão Estratégica de Marketing e Professor da Pós-Graduação em Engenharia de Embalagens

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