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Opinião
Crédito: ALESSANDRO CARVALHO

MARCELO DE SOUZA E SILVA *

O Brasil está aos poucos recuperando sua autoestima. As reformas econômicas estão saindo do papel e estamos caminhando para simplificar e desburocratizar a máquina pública.

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O Brasil começa a abrir os olhos e ver que não é com a mão grande do Estado, e com a burocracia e a complexidade excessiva da máquina pública, que vamos sair do marasmo.

Não é assim que vamos crescer.

As notícias hoje são mais animadoras do que em um passado recente. A Câmara dos Deputados já aprovou o primeiro turno da reforma da Previdência. A Medida Provisória da Liberdade Econômica anda a passos largos no Congresso. E o ambiente de negócios começa a florescer.

Vou deixar para a Rita Mundim, nossa expert em economia, os comentários sobre o tema.

Mas vendo esse novo ambiente algo me chamou atenção. Algo que me incomoda desde que entrei para a CDL-BH há quase 30 anos quando ainda era chamada de Clube de Diretores Lojistas de Belo Horizonte.

Esse zumbido me acompanha desde que era um pequeno empresário na Ponto do Zíper Aviamentos. Quem vive do comércio, quem respira o comércio, sabe que para seu negócio dar certo ele precisa simplificar as coisas. Para prosperar, ele precisa trabalhar duro. E para crescer, ele precisa vencer todos os obstáculos. A burocracia é inimiga direta do comércio, dos lojistas e da prosperidade.

Esse é o meu incômodo: o Brasil demora para perceber obviedades. Insiste em teses erradas. Insiste em temas equivocados. Albert Einstein já disse que insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.

Ainda bem que os comerciantes sabem disso e têm essa máxima no coração. O comércio adota boas práticas há muito tempo, muito antes de o Brasil pensar em dar certo. Os governantes deveriam ouvir mais o que os comerciantes têm a dizer. Aqui se vive a experiência do dia a dia.

Aqui sabemos como se fazer mais com menos. Aqui nós sabemos como se faz renovação de verdade. Os comerciantes sabem quais as boas práticas e boas políticas para o sucesso de seu negócio.

O comércio da nossa cidade é o espelho da modernidade. Por isso comemoramos o Dia do Comerciante, em 16 de julho.

Não é por acaso que a CDL-BH é hoje a maior de todas as Câmaras de Dirigentes Lojistas do Brasil que representa um conjunto que reúne cerca de 12 mil associados, distribuídos pelos mais diferentes segmentos do setor comercial e de serviços.

Não é por acaso que os lojistas de Belo Horizonte construíram e consolidaram uma instituição prioritária na interlocução do poder público municipal e estadual na definição de políticas econômicas, urbanísticas e sociais.

Parabéns ao amigo comerciante! (Discurso do presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, proferido durante cerimônia de homenagem ao Dia do Comerciante).

*Presidente da CDL/BH

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