COTAÇÃO DE 20/05/2022

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$4,8730

VENDA: R$4,8740

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$4,9500

VENDA: R$5,0570

EURO

COMPRA: R$5,1492

VENDA: R$5,1504

OURO NY

U$1.846,53

OURO BM&F (g)

R$288,58 (g)

BOVESPA

+1,39

POUPANÇA

0,6441%

OFERECIMENTO

Opinião Opinião-destaque

Economia do País após queda da Selic

COMPARTILHE

Crédito: REUTERS/Ueslei Marcelino

Daniel Ribeiro *

O Banco Central (BCB, BC ou Bacen) deu continuidade ao ciclo de cortes de juros, optando, de maneira unânime, por diminuir a Selic (taxa básica de juros) de 6% ao ano para 5,5%.

PUBLICIDADE




O resultado veio em linha com as expectativas de mercado. Ainda assim, a autoridade monetária afirmou que deve haver nova queda na próxima reunião, porém não determinou até qual patamar os juros podem cair.

“A evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve ajuste no grau de estímulo monetário”, segundo o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgado após a reunião. “A consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo”, continua a mensagem.

A fraca atividade econômica, a inflação sob controle e o ambiente internacional favorável contribuíram para a decisão do Banco Central. Sem citar a alta mais recente da cotação do petróleo após os ataques na Arábia Saudita, o Bacen ponderou que o cenário “segue incerto” e que há riscos ligados a uma “desaceleração mais intensa da economia global.”

O Copom fez questão, entretanto, de ressaltar que a consolidação do “cenário benigno” é essencial para que haja um corte na próxima reunião. “Os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”, conforme anuncio.
“No cenário externo, a provisão de estímulos monetários adicionais nas principais economias, em contexto de desaceleração econômica e de inflação abaixo das metas, tem sido capaz de produzir ambiente relativamente favorável para economias emergentes.

PUBLICIDADE




Entretanto, o cenário segue incerto e os riscos associados a uma desaceleração mais intensa da economia global permanecem”, acrescenta a autoridade monetária. A próxima reunião do Copom será realizada nos dias 29 e 30 de outubro.

*Economista e sócio fundador da Monteverde Investimentos

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!