COTAÇÃO DE 19/01/2022

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,5600

VENDA: R$5,5600

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,5770

VENDA: R$5,7130

EURO

COMPRA: R$6,2610

VENDA: R$6,2639

OURO NY

U$1.814,31

OURO BM&F (g)

R$322,84 (g)

BOVESPA

+0,28

POUPANÇA

0,6310%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Opinião
" "
Crédito: Divulgação

Números e análises acreditadas, inclusive do Banco Central, infelizmente ainda dizem que a economia brasileira continua patinando, não reagiu como se esperava no primeiro semestre e não será muito diferente na segunda metade do ano. Assim também pensam os analistas do Fundo Monetário Internacional (FMI), que na semana passada reviram suas previsões de crescimento do Produto Interno Bruto do ano, situando-o em modestíssimo 0,8%, metade do valor anterior. Mas ainda é possível imaginar que possa ser diferente, como pensam integrantes da equipe reunida em torno do ministro Paulo Guedes, que buscam acelerar medidas na melhor direção.

Tomara que estejam certos e que acertem. Na semana que passou, por ocasião da solenidade em que foi anunciada a liberação, num processo agora continuado e sistemático, de saques no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os presidentes da Caixa Econômica e do Banco do Brasil, além do próprio ministro da Economia e do presidente da República, esbanjavam otimismo. Para eles, colocar nas mãos dos consumidores, ainda este ano, pelo menos R$ 40 bilhões, não significa estimular artificialmente o consumo e dessa forma aquecer a economia. Foi dito que a mudança é estrutural e permanente, visando corrigir distorções herdadas de governos anteriores, inclusive devolvendo aos verdadeiros donos desse dinheiro o poder de arbitrar a melhor maneira de utilizá-lo. E tudo isso, garantiram, sem riscos de afetar a construção civil ou programas como “Minha casa, minha vida”, para os quais não faltará dinheiro.

PUBLICIDADE




Quem ouviu com independência, que não aplaude sem pensar, mas também não faz parte daquele grupo que parece não se dar conta de que se o barco afundar todos se afogarão, gostou. Os oradores foram consistentes e seu entusiasmo parecia autêntico, especialmente o presidente da Caixa, que lembrou que o banco está entre os maiores do mundo em capilaridade, pode e será um importante instrumento de oxigenação da economia. Também foi dito que tudo isso é só o começo e garantiram que até o final do ano o processo de reversão será percebido mais claramente, sendo possível esperar para 2020 crescimento que chegue ou ultrapasse a marca dos 2% do PIB.

Na pauta, igualmente, a promessa de avanços na reforma tributária, vencida a etapa mais dura da reforma previdenciária, e ações concretas para simplificar, para facilitar a vida de quem empreende, para reduzir a burocracia e com tudo isso alargar as camadas da população com acesso ao um novo ciclo de prosperidade. Como foi dito mais acima, estes sentimentos, ou esta esperança, são comuns à maioria dos brasileiros, aqueles que acima de suas escolhas políticas esperam viver num país melhor, em que haja trabalho, liberdade e oportunidades para todos. E que assim seja.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!