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Com investimento que poderá chegar a R$ 200 milhões, o Ministério do Turismo anuncia articulações, que já dá como certas, para a construção de um novo centro de convenções em Belo Horizonte. O titular da pasta, o mineiro Marcelo Álvaro Antônio, anunciou a novidade lembrando que estava falando de antiga reivindicação dos mineiros e que a vocação natural do Estado para o turismo de negócios demanda, de fato, espaço maior e mais adequado que a atual Expominas, cujas limitações dificultam a realização de eventos de maior porte.

Sobre o assunto, cabe destacar, em primeiro lugar, que Minas Gerais, virtualmente à margem das atenções nos últimos anos, inclusive, ou especialmente, na gestão da mineira Dilma Rousseff, aparentemente volta a receber, ainda que por enquanto, apenas no nível da retórica, mais atenção de Brasília. Não é pouca coisa, nas circunstâncias que, em pouco mais de uma semana, tenham vindo da Capital Federal anúncios de possíveis investimentos no metrô e, agora, no novo Centro de Convenções. Que  sejam mais que boas intenções e, nos dois casos, que notícias mais concretas não tardem.

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Especificamente sobre o prometido Centro de Convenções, ideia convergente com as condições da cidade, especialmente por sua localização central, é sabido que o Estado tem perdido eventos relevantes simplesmente por não dispor de condições adequadas para abrigá-los. Reconhecida esta situação e, por outro lado, ouvidas as intenções da administração federal, caberia indagar – e avaliar – se a expansão do Expominas, com aproveitamento de áreas não edificadas ainda disponíveis, não seria solução mais adequada, mais econômica e de mais rápida execução. Nesse raciocínio, não estaria descartado o aproveitamento do espaço contíguo, do parque destinado a exposições agrícolas, reconhecidamente inadequado, e que deveria ser deslocado para área fora do espaço urbano, com vantagens que não precisam ser enumeradas.

Repetindo, parecem alvissareiras para Minas Gerais as notícias que vêm de Brasília e cabe às lideranças políticas e empresariais estaduais não deixar que elas sejam esquecidas. Igualmente que, tanto no caso da expansão do metrô, com a implantação da Linha 2, quanto no que toca ao Centro de Convenções, que seja feito o melhor, com visão de futuro e planejamento adequado. Isso inclui uma visão mais moderna e dinâmica desses espaços, como já se faz em outros países, de tal forma que sua ocupação e utilização sejam maximizadas e não mais intermitentes. Não custa nada lembrar que Belo Horizonte é também carente de áreas de lazer e seria inteligente dar função mais ampla ao novo espaço.

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