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O Brasil, e Minas Gerais como parte de um mesmo contexto, atravessa período de dificuldades, somatório de erros cometidos ao longo do tempo, agravado agora pela pandemia.

Todas as atenções convergem nessa direção, na emergência de vencer obstáculos, consumindo o espaço e o tempo de reflexões mais amplas, de questões que foram ficando para trás e das quais aqui procuramos nos ocupar, entendendo, com otimismo, que precisamos todos estar preparados para o momento da retomada, mais à frente.

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Assim é que temos procurado chamar atenção para as questões que nos dizem respeito mais de perto, referentes à gestão pública e sua inevitável relação com o investimento privado, num esforço comum, urgente, para devolver a Minas Gerais e a Belo Horizonte posição mais dinâmica, central mesmo, no contexto nacional.

As eleições municipais que se aproximam abrem algum espaço, ainda que pobre no nosso entendimento, para tais discussões. Por exemplo, e conforme de longa data é reiterado, a questão da mobilidade que, para o engenheiro Paulo Resende, professor da Fundação Dom Cabral, poderá ser a melhor solução para a retomada do desenvolvimento e modernização num contexto mais amplo.

Apontado o caminho, resta a questão de como percorrê-lo, tantas e tão grandes são as restrições. Racionalidade, fazer da crise oportunidade, é parte da resposta procurada. Fazer o melhor com aquilo com que podemos de fato contar. No caso específico da mobilidade em Belo Horizonte, assunto que tem como principal referência a construção do metrô paralisada há mais de 20 anos, a resposta mais racional pode estar mais perto e ao alcance.

Estamos relembrando a ideia colocada, faz bom tempo mas infelizmente sem resultados concretos, do aproveitamento do espaço de antigas linhas ferroviárias, hoje desativadas e abandonadas, a rigor cortando toda a região metropolitana e que bem poderia ser o berço de um sistema de transporte adequadamente dimensionado. Melhor, a resposta mais barata para o desafio que está colocado.

Como dissemos, são tantos e tão grandes os problemas a enfrentar, por outro lado são tão limitados os recursos disponíveis que é preciso fazer escolhas, priorizando com inteligência e responsabilidade o possível. O exemplo aqui apresentado, um entre tantos, ilustra o que tentamos demonstrar. É igualmente um convite ao bom senso, ao sentido do comportamento que deveria ser inerente aos agentes públicos. Também um convite, uma forma bem simples de reafirmar que, sim, é possível, esperando que nos ouçam não apenas os candidatos de Belo Horizonte, mas todos quantos, País afora, abraçam, os desafios implícitos numa vitória nas próximas eleições.

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