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EDITORIAL | Lentes do otimismo

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Crédito: Freepik

A cada nova investida, e não foram poucas, a velha CPMF, sigla para contribuição provisória sobre movimentação financeira, mudou, embora mantendo a essência. No atual governo o assunto foi ventilado várias vezes e numa dessas ocasiões custou o cargo ao até então prestigiado secretário da Receita, o ex-deputado Marcos Cintra.

Muita água rolou, faltou apetite verdadeiro para dar peso e medida ao prometido ajuste fiscal, que viria acompanhado de reformas que também não aconteceram, e o que já era ruim ficou pior com a pandemia e seus efeitos sobre a economia.

Motivos bastantes para o assunto voltar à mesa, primeiro mencionado pelo vice-presidente da República e, em rápida sequência, também pelo ministro da Economia. Guedes agora promete enviar à Câmara dos Deputados, se possível ainda neste mês, a proposta para uma reforma tributária na qual poderia estar embutido algum tipo de imposto sobre movimentação financeira.

Pelo que já foi dito a respeito, não seria mera implicância lembrar a velha CPMF, mas, garante o ministro da Economia, não é disso que se está falando. Talvez mais um balão de ensaio, destinado a testar os ânimos de deputados e empresários, com a promessa de algo mais suave, que não atingiria operações bancárias de crédito e débito, mas de olho grande nas operações no mercado de capitais, além da economia digital e o comércio eletrônico.

Em reação imediata, ainda no noticiário da noite de quarta-feira, um empresário indignado dizia que o governo deveria estar pensando em garantir-lhe sobrevivência, frisando que não existe espaço para aumento da carga tributária.

Na Câmara dos Deputados, o presidente Rodrigo Maia voltou a afirmar que nada na direção pretendida passaria pelo escrutínio dos parlamentares, aí incluídos mesmo alguns daqueles que juram fidelidade à custa de cargos no governo e outros agrados que aparentemente continuam fazendo parte do jogo político.

As reações, no geral, ficaram nesse diapasão, o que tende a retardar decisões cruciais das quais dependem o reordenamento da economia, devolvendo-lhe chances de reação, na escala e velocidade requeridas, no pós-pandemia.

Fato é que Guedes lançou seu anzol com uma isca apetitosa, garantindo que os investimentos privados em saneamento, combinados outros em infraestrutura e no fomento da navegação de cabotagem produzirão frutos mais cedo do que se imagina, voltando a garantir que a recuperação do País será rápida e surpreenderá.

Por todos os motivos cabe torcer para que ele esteja certo, tão certo que possa esquecer a infeliz ideia de assaltar os bolsos dos contribuintes, que já foram esvaziados.

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