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Opinião
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CRÉDITO: ALISSON J. SILVA

As principais entidades representativas do empresariado mineiro mantêm, há alguns anos, um fórum informal, que se reúne pelo menos uma vez por mês e busca construir e desenvolver pautas comuns, de interesse dos próprios empresários, das categorias que representam e da economia regional.

Um movimento muitas vezes sugerido e reclamado neste espaço, em que se procura ressaltar o elementar princípio que ensina que a união faz a força, que o movimento empresarial será mais ouvido a partir do momento que for capaz de falar a uma só voz e alto. Custou, mas esta verdade começa a ser compreendida e, melhor, a dar frutos.

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Estamos falando de ações específicas, conduzidas discretamente e bem ao estilo mineiro, no sentido de dar praticidade à articulação com o governo estadual, buscando colaboração e soluções comuns, sem que pareça haver nessa aproximação qualquer desvio que sugira um sentido desvirtuado, de mera defesa de interesses. Estamos falando de colaboração no seu melhor e mais verdadeiro sentido, em ações em que todos ganham, mas ganha principalmente Minas Gerais.

Diante dos problemas que o Estado enfrenta, e que já foram apontados como de virtual falência, esta aproximação e esta colaboração são cruciais e não será exagerado afirmar que contém as sementes das soluções reclamadas. Por óbvio, os esforços devem ser comuns, consensuais e bem articulados, um entendimento que já existe e parece ser bem acolhido pelo governador.

De Romeu Zema, aliás, não custa lembrar seu discurso em Ouro Preto, no dia 21 de abril, quando reclamou coesão e articulação entre os três Poderes em torno exatamente do objetivo central e comum, começando pela recomposição das finanças estaduais. Teria sido interessante, além de forte naquele momento, uma referência explícita também às forças produtivas, empresários e trabalhadores.

Minas precisa recuperar suas contas, precisa apagar o déficit, precisa sobretudo reencontrar seu protagonismo no espaço político nacional. Em suma, voltar a ser o que sempre foi, o centro e a referência, o que, repetindo, somente será possível a partir da união em torno de objetivos claros e comuns como, por exemplo, recomendou recentemente a Associação Comercial de Minas, com o presidente Aguinaldo Diniz defendendo a agilização do processo de reforma do sistema previdenciário e sugerindo que essa ação se transforme em campanha de todas as entidades, de todos os empresários.




É preciso agir, é preciso mudar e o tempo definitivamente conspira contra quem entende que este processo precisa ser bem definido e acelerado.

Com a palavra os empresários e as entidades que o representam, por natureza aqueles que devem estar na linha de frente dessa mobilização.

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