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Opinião
Crédito: Freepik

Em qualquer tempo e, especialmente, diante das circunstâncias presentes, simplicidade deveria ser tanto no ambiente dos negócios privados quanto, especialmente, na esfera pública, palavra-chave. Quase um mandamento, primeira lição para assegurar bom uso de recursos que são sabidamente escassos, quando não insuficientes.

Isso significa, na esfera pública, uma nova perspectiva de gestão, menos imediatista, mais preocupada com os resultados que serão colhidos que, propriamente, com vantagens de natureza mais imediata e pessoal, eleitorais inclusive.

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Temos insistido no tema, ainda que sabendo falar do óbvio, em cada oportunidade que se apresenta, assinalando a falta que faz também um projeto de Estado, permanente, passando de governo para governo, independentemente de partidos, para, de fato, dar consequência às demandas que melhor representem a vontade e os interesses coletivos. Poderia ser simples, fácil até, e os resultados colhidos evidentemente muito melhores, recordando que muitas vezes o problema maior não é a falta de recursos e sim a falta de disciplina e qualidade nos gastos.

Quem não se lembra de prédios de escolas ou hospitais construídos e prontos, mas abandonados por falta de pessoal e equipamentos? Quem não é capaz de apontar obras iniciadas, não raro sorvedouro de milhões de reais, mas descontinuadas na troca de governos?

Aqui também faz falta, muita falta, a lógica da simplicidade, da observância aos mais elementares princípios do bem fazer. E tudo isso nos remete a uma boa notícia, o lançamento do programa Destrava – Minas Avante, idealizado e patrocinado pelo Tribunal de Justiça, tendo por objetivo buscar soluções por meio de diálogo e negociação, removendo obstáculos à retomada de obras públicas suspensas por conta de problemas estruturais ou ambientais.

Aqui simplicidade combina com racionalidade, outro elemento nem sempre presente na gestão pública. Se, num entendimento mais amplo, prevalecer o raciocínio de que sempre faz mais sentido concluir o que foi começado, os ganhos serão muitíssimo relevantes e Minas Gerais dará ao País mais um exemplo a ser copiado.

Esta é uma iniciativa que já nasce bem-sucedida, resume o presidente do TJMG, desembargador Gilson Soares Lemes, apontando um mesmo rumo para ações do Governo do Estado, Tribunal de Contas e Ministério Público. Agora é passar das palavras à ação, diante das 713 obras atualmente paralisadas no Estado e que já custaram R$1,4 bilhão.

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