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Opinião

EDITORIAL | O bom exemplo de Minas

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Crédito: Willian Dias/ALMG

E a pandemia continua a fazer estragos em terras tupiniquins. Já ultrapassamos  a barreira dos 400 mil mortos e caminhamos celeremente  para chegar ao meio milhão de óbitos. Concomitantemente, a economia brasileira, sob o comando do ministro Paulo Guedes, anda em frangalhos.

O desemprego despencando, já perto de atingir os 15 milhões, um contingente de 6 milhões de brasileiros já desistiram de buscar trabalho e a informalidade registra 34 milhões. Enquanto isso a pobreza avança cada vez mais no País. São 39 milhões de pessoas vivendo em situação de pobreza e cerca de 15 milhões estão na linha de extrema pobreza, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Claro que essa catástrofe poderia ter sido pelo menos minimizada, não houvesse tanta incompetência, irresponsabilidade e negligência por parte  da administração federal. O Brasil por muito tempo agiu na contramão dos outros países, com a incompreensível negação da ciência e retardo no processo de vacinação da população, que já poderia ter sido providenciado desde dezembro. Não fosse essas mazelas, certamente essa tragédia seria menos significativa, com menos óbitos e uma economia menos desgastada.

Mas, no meio de tantas coisas ruins, eis que surge em Minas uma notícia alvissareira e digna de louvores. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou na última sexta-feira (30), por unanimidade, o pagamento de um auxílio emergencial no valor de 600 reais, em parcela única, para famílias que vivem em extrema pobreza, beneficiando cerca de 1 milhão de famílias. Esse dinheiro em circulação certamente vai beneficiar também o comércio do Estado, tão penalizado por causa das restrições impostas ao comércio não essencial para evitar a propagação do coronavírus.

O Recomeça Minas, plano de recuperação econômica para os setores mais prejudicados pela pandemia, também prevê, além dos 600 reais para o chamado Força Família, benefícios fiscais  àqueles segmentos mais afetados pela crise econômica devido  à pandemia, como hotéis, bares e restaurantes, empresas de transporte, educação etc.

Que aqueles que comandam os destinos de nosso País se espelhem no exemplo e na competência mineira e trabalhem em prol de um plano viável de recuperação econômica para o Brasil e também mais empenho no processo aceleração das vacinas para a população. Só assim poderemos enxergar uma luz no fim do túnel.

2022 vem aí!

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