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Crédito: REUTERS/Adriano Machado

Numa referência implícita às manifestações convocadas para o próximo domingo, e tendo como focos o Legislativo e o Judiciário, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, afirmou, no início da semana, que o importante no momento “é o Brasil estar pacificado e voltar a crescer”, acrescentando que as disputas políticas “não podem estar acima dos interesses nacionais”.

Sobre o assumido envolvimento do presidente da República com as manifestações, disse não ser seu papel fazer comentários, muito menos se unir à Câmara dos Deputados e ao Senado numa possível reação conjunta, mas sim ser árbitro e mediar e pacificar quando chamado.

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É certo que o confronto interessa a bem poucos, aqueles que parecem ignorar o que de mais elementar é garantia do sistema político que a Constituição brasileira consagra. E muito menos, como bem lembrou o presidente do Supremo, quando a economia brasileira persiste, pelo terceiro ano consecutivo, em condição de virtual estagnação e tem pela frente incertezas diante das quais a única atitude responsável é a convergência que traduza estabilidade e confiabilidade, condições de sustentação das ações corretivas que vêm sendo desdenhadas, postas de lado, porque o interesse individual, ou de grupos, continua prevalecendo sobre o interesse coletivo, miram as próximas eleições e ignoram projetos que carreguem a ambição de construir um futuro melhor.

Por ironia, algo não muito diferente da pregação eleitoral do hoje presidente da República, que a um só tempo condenava os maus hábitos do passado, a política que tinha como único padrão a ambição, prometendo, se eleito, conduzir o País em direção oposta.

Definitivamente não é o que se possa perceber, tanto quando parecem ainda distantes os resultados prometidos, aqueles que virão somente com união que sustente os sacrifícios necessários e seja o cimento da gestão competente, colaborativa e comprometida com um projeto para o Brasil e para os brasileiros.

Hoje, por suposto, igualmente sensível e comprometida com as precárias condições da economia global, que pode estar no limiar de uma crise de grandes proporções, tendo que enfrentar ao mesmo tempo a ameaça de uma pandemia e de uma recessão que seria na realidade, com agravantes, o desdobramento da crise financeira de 2008/9, enfrentadas com paliativos e não com o reconhecimento de erros que ensejariam a busca de soluções.




Tudo isso nos remete obrigatoriamente às “soluções de interesse nacional” de que nos fala Toffoli e olhar nessa direção, finalmente, nos coloca diante da perspectiva das soluções desde sempre aguardadas.

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