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EDITORIAL | O caminho que convém

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Crédito: Pixabay

Positivamente uma trágica contabilidade. O número de mortos já passa dos 16 mil e o de infectados vai além dos 200 mil, enquanto 85 mil pessoas já podem ser dadas como curadas, respeitados todos os protocolos a respeito desses levantamentos.

Na sua outra face, o Ministério da Economia afere as consequências da pandemia e do isolamento social, mesmo precário e aquém do desejável, sobre os negócios, antecipando que a redução do Produto Interno Bruto neste ano poderá ficar entre 4,7% e 6%. E sem registro de números piores.

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Enquanto isso, em Brasília, os sinais de desarticulação na alta administração são a cada dia que passa mais visíveis. E tão absurdos quanto a demissão, em menos de um mês, de dois ministros da Saúde, justamente aqueles postos que deveriam estar sendo alvo das melhores atenções.

Também na economia as reações e decisões não parecem refletir melhor compreensão do que se passa ou como se a única saída, e contrariando o resto do mundo, fosse mesmo dar fim às medidas restritivas sem um plano articulado, resultado de coesão e muitíssimo bem fundamentado.

E tudo isso tendo como pano de fundo um debate absolutamente irracional, sem sentido, bastando lembrar que a própria pandemia chega a ser apresentada como uma farsa, quando não movida por um complô em que o mundo inteiro incrivelmente caiu.

Será redundante dizer, repetindo, que a situação é grave e suas consequências, tanto sanitárias quanto econômicas, deveriam estar no centro de todas as atenções e preocupações, daí resultando uma mobilização sem restrições ou barreiras, muito menos intrigas alimentadas por quem não percebe, ou finge não perceber, que a hipótese de uma simples e inofensiva “gripezinha”, sem consequências maiores que aquelas repetidas todos os anos, já foi desmontada pelos fatos. Ou se engana com uma falsa ideia de normalidade, virtualmente impossível a estas alturas, capaz de devolver fôlego à economia.

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Absolutamente não se trata de isso ou aquilo, como se possível fosse escolher entre vidas humanas e negócios, balanceando perdas e ganhos em uma e outra circunstância.

Quem fala sério enxerga os dois lados e com a mesma preocupação que só pode sugerir coesão e articulação, com esforços maximizados pela união em torno de propósitos inevitavelmente comuns. Salvar vidas e garantir a melhor assistência aos enfermos, salvar empregos, salvar empresas e negócios, isto e aquilo com muita seriedade e trabalho bem orientado e focado, pelo menos como resultado de que uma alternativa será um buraco sem fundo.

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