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Crédito: Fernando Zhiminaicela/Pixabay

Diante da pandemia que dá sinais concretos de recrudescimento, seja ou não o início daquilo que os doutores chamam de “segunda onda”, os destinos do planeta e seus habitantes prosseguem em clima de incerteza. A rigor ninguém sabe exatamente o que virá e como virá, persistindo a intuição, até certo ponto intuitiva, de que as mudanças serão necessariamente grandes, quem sabe a chance de um rearranjo mais racional.

Tentando olhar a questão mais de perto e em torno de interesses mais imediatos, nos ocorrem ponto que diz muito a Belo Horizonte e uma de suas vocações econômicas, ainda agora, face aos acontecimentos, bastante ressaltada. Estamos falando do turismo de negócios que, muitas vezes, aqui mesmo neste espaço, foi lembrado como capaz de incrementar o turismo e toda a sua cadeia em nossa cidade. Um fato que até bem pouco tempo não tinha como ser contestado, muito provavelmente terá que ser revisto depois que as vacinas nos devolverem segurança e tranquilidade.

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Hoje, com as restrições conhecidas, encontros presenciais são condenados, substituídos pelos encontros remotos que a tecnologia propicia. E desde pequenas reuniões a grandes eventos, como o que aconteceu recentemente na indústria da construção, apontado pelos organizadores como enorme sucesso, mais eficiente e mais barato, sem exigir deslocamentos e grandes mobilizações. Tudo isso para produzir, nesse caso em especial que nos foi narrado, a certeza de que encontros presenciais não voltarão a acontecer. Temos conhecimento de situações semelhantes, envolvendo até grandes multinacionais, cujos executivos eram obrigados a deslocamentos constantes, caros e pouco produtivos, que também dificilmente voltarão a acontecer.

Não que encontros virtuais, maximizando a tecnologia para, e por que não chegar até a holografia, possam de fato substituir o contato pessoal, a inter-relação na sua expressão mais próxima. Apenas será diferente e em outra escala, com mais eficiência, tirando melhor proveito de uma tecnologia já disponível e que tem pela frente avanços em escala exponencial.

Será inteligente, e necessário, que toda a cadeia que atua nessa área, transportes, recepção, hospedagem, produção e tudo o mais, inclusive a esfera pública, comece a trabalhar no sentido de explorar esse horizonte, entendendo-o como, possivelmente, o fim de um ciclo mas início de outro em que as oportunidades poderão ser ainda maiores para quem tiver visão e senso de oportunidade. Aqueles que chegam primeiro e bebem água limpa.

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