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Umas e outras

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“O Banco do Brasil jamais poderá deixar de ser um banco do Brasil!”. (Domingos Justino Pinto, educador)

• Tudo faz crer, a prevalecerem as promessas das autoridades, que os brasileiros comecemos a ser vacinados já a partir do corrente mês. 

O 5º país mais populoso, que figura em 2º lugar nas estatísticas de óbitos e infecções, será o 52º a executar tal medida. 

Peremptórias declarações foram feitas de que haverá vacina gratuita para todos. Uma escala de prioridades norteará as aplicações das doses. As aspirações das ruas são no sentido de que os políticos engajados no processo deixem de lado as divergências que tanto apequenam o debate público, concentrando seus esforços num trabalho de imunização eficaz. Conta ponto positivo, em meio a tantos revezes e mal entendidos, saber que a experiência brasileira, no tocante a vacinações, graças ao SUS, é classificada mundialmente de modelar. Há quem proclame que em lugar nenhum opere esquema de tamanha eficiência. Que isso seja demonstrado, outra vez mais, neste momento de inquietação. Estes os desejos ardentes da sociedade brasileira. A gente do povo se mostra ansiosa para compor, logo, filas quilométricas (não importa) diante dos postos de saúde.

• Pesquisa de “O Globo”, colhendo depoimentos de executivos do setor privado, diferentes segmentos, aponta que a vacinação em massa, junto com a agilização de reformas estruturais, será fator determinante decisivo na recuperação da economia brasileira.

• Crescimento galopante do desemprego; majoração indecente nos custos das mercadorias, afetando sobremaneira a cesta básica; fechamento de fábricas, de médios e pequenos negócios; extinção de centenas de agências da mais importante organização bancária do País – o Banco do Brasil, que não poderá, nunca, jamais, em tempo algum, ao contrário do que insinuam alguns “especialistas”, deixar de ser um banco do Brasil -; paralisação de obras importantes: tudo isso e outras coisas mais reclamam, estridentemente, a necessidade urgente de um projeto nacional de desenvolvimento que mobilize e contagie de entusiasmo todas as forças vivas da Nação. Já está passando a hora de se reenxergar o Brasil, suas inexauríveis potencialidades, a capacidade inventiva e as virtualidades de seu povo, com consciência de grandeza. Não tem importância alguma repetir. A repetição, como dizia Napoleão, é a melhor retórica. Repitamos, pois: é preciso reaprender a contemplar o Brasil com “olhares juscelinianos”.

• Ouvimos falar, num noticioso radiofônico, da hipótese, cogitada nalgumas esferas, de a sede da Cemig ser transferida para São Paulo, ora, êpa! Consultando os botões do pijama, chegamos a esta conclusão: de duas, uma. Ou é “fake news”, ou é mais um surto da doidice que campeia solta na praça…

• Que existe um mundão de gente que “não está nem aí” pras recomendações de prudência e cautela consideradas imprescindíveis no refrear da avalancha virótica, estamos todos “carecas de saber”. Mesmo assim, certos gestos de desrespeito às normas recomendadas (incluídas aí cenas praticadas por figuras influentes, dos quais é lícito esperar sempre os melhores exemplos) são de molde a causar espanto. Foi o que ocorreu com imagens e palavras que “viralizaram” nas redes sociais, produzidas por uma representante da magistratura, por sinal já chamada às falas pelo Conselho Nacional de Justiça. Em postagens desafiadoras, ridicularizando as recomendações de precaução sanitária, a personagem em questão conclamou seguidores a promoverem “aglomerações já”. Ilustrou a provocação com imagens indicativas de que já estava a praticar pessoalmente, às escâncaras, em lugares públicos, os atos infringentes às normas preventivas ditadas por profissionais de saúde e órgãos públicos de saúde. Ora, veja, pois! 

** Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)

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