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Política

Após aprovação no Congresso, proposta de LOA vai à sanção presidencial

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Congresso
Crédito: Ricardo Moraes/Reuters

Brasília – O Congresso Nacional aprovou, nessa quinta-feira, a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021, que traz um remanejamento de mais de R$ 25 bilhões, boa parte destinada a emendas parlamentares.

Os deputados aprovaram, por 346 votos a 110, o texto principal, liberando a matéria para análise dos senadores. De acordo com a Agência Senado, foram 60 votos a favor e 12 contrários na Casa.

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O texto aprovado segue agora para sanção presidencial.

Por conta da pandemia de Covid-19, o Congresso Nacional tem realizado sessões remotas e em etapas separadas para deputados e senadores.

Decisões difíceis

De autoria do relator, Marcio Bittar (MDB-AC), o texto aprovado traz um remanejamento de recursos de mais de R$ 25 bilhões, tendo como um dos mais beneficiados o Ministério do Desenvolvimento Regional, pasta muito mobilizada por emendas parlamentares.

Quando a proposta ainda era discutida na Comissão Mista de Orçamento (CMO), na manhã de quinta, Bittar apresentou uma complementação de voto, argumentando que, assim, atendia demandas de colegas que apontavam o risco de paralisações de obras e atividades.

Integrantes da oposição criticaram o remanejamento por retirar recursos de áreas como a Previdência e do abono salarial.

“Me espanta muito a quantidade de recursos destinada para a área de desenvolvimento regional. Desculpem-me a franqueza, pode-se dar o nome que quiser, mas significa pagamento de emenda parlamentar, inclusive pagamento de conta dos acordos que são feitos a partir da eleição do presidente da Câmara, do presidente do Senado e das demais votações antipopulares que, infelizmente, o Congresso Nacional aprova”, acusou a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP).

“Tudo isso às custas de não pagar os direitos previdenciários e trabalhistas do povo trabalhador brasileiro”, disse a deputada, que também chamou a atenção para a suplementação orçamentária na área da Defesa.

O relator afirmou, no entanto, que boa parte do corte nas despesas previdenciárias será compensada pelos efeitos da reforma da Previdência e pela MP antifraude nos benefícios.

“São decisões difíceis que consumiram muitas horas de estudo e de interlocução com diferentes autoridades. Essas decisões decorreram de um esforço conjunto da necessidade de enfrentarmos a escassez de recursos com racionalidade e permitiram que se chegasse a um meio termo possível”, argumentou Bittar.

Mas parte da oposição acatou acordo oferecido pelo líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO). Segundo o parlamentar, o governo se compromete a enviar projetos que reforcem os orçamentos de áreas como saúde, educação e assistência social.O textoaprovado traz como parâmetro a meta de déficit primário já estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021 de R$ 247,1 bilhões para os orçamentos fiscal e da seguridade social. Também estima crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,2% para este ano.

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