COTAÇÃO DE 24/09/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,3430

VENDA: R$5,3440

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3800

VENDA: R$5,5030

EURO

COMPRA: R$6,2581

VENDA: R$6,2594

OURO NY

U$1.750,87

OURO BM&F (g)

R$301,00 (g)

BOVESPA

-0,69

POUPANÇA

0,3012%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Política

Comissão autoriza a quebra de sigilo fiscal e bancário de Célio Bouzada

COMPARTILHE

Pedido para a quebra do sigilo de Bouzada foi apresentado por Azevedo | Crédito: Abraão Bruck-CMBH

A quebra de sigilo bancário, fiscal e telemático do ex-presidente da BHTrans Célio Freitas Bouzada, solicitada pelo vereador Gabriel Azevedo (sem partido), foi aprovada, ontem, em reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da BHTrans. Os vereadores também aprovaram pedido de informação sobre movimentação financeira do Consórcio Operacional TranSuple após 20 de dezembro de 2020.

O consórcio representa os permissionários do transporte suplementar, que relataram em audiência pública o não recebimento de valores em antecipação de vales-transporte para auxílio durante a pandemia.

PUBLICIDADE

A CPI ainda aprovou solicitação de juntada de pedido de informação da Câmara Municipal de Governador Valadares, pedindo cópias dos documentos da CPI da BHTrans relacionados à empresa Valadarense/Mobi. A comissão também recebeu parecer da Procuradoria da Casa referente a consulta sobre a possibilidade de exigência do comparecimento pessoal dos investigados e testemunhas em depoimentos à CPI.

Aprovado por unanimidade, o requerimento de quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático do ex-presidente da BHTrans delimita o período entre 1º de fevereiro de 2020 até a presente data. De acordo com Gabriel Azevedo, a intenção é investigar se há indícios da participação do servidor nas práticas ilícitas apuradas pela CPI, especificamente a elaboração de documento para subsidiar o adiantamento de passagens sem qualquer memória de cálculo.

O pedido também elenca como objetivo das quebras de sigilo apurar se houve promessa ou pagamento para atuação dolosa em prejuízo do município.

Na justificativa, Gabriel Azevedo explica que Bouzada atuou como presidente da BHTrans de 2017 a 2020 e assinou documento que autoriza antecipação de R$ 4 milhões semanais do Município de Belo Horizonte em acordo com o SetraBH e o representante dos consórcios de ônibus da cidade devido a prejuízos ocasionados pela pandemia de coronavírus “sem qualquer cálculo capaz de evidenciar prejuízo que justifique os adiantamentos”.

“Esta comissão acredita que o Sr. Bouzada agiu com interesses obscuros no sentido de facilitar a execução de crimes pelos empresários, visando obter vantagens indevidas”, diz o vereador no requerimento. Para Gabriel, Célio Bouzada, “uma das pessoas que a gente considera uma verdadeira tragédia, recebeu para dar aula para empresários de ônibus e é um dos grandes culpados pelo trânsito e mobilidade urbana de Belo Horizonte estarem como estão”.

Bella Gonçalves (Psol) contou que o município teve um superávit de  R$ 380 milhões no ano passado. “Desses R$ 380 milhões, R$ 220 milhões foram destinados a adiantamento de passagem a partir de um processo quase que de subsídio indireto às empresas de transporte pouco transparente. Qualquer investigação em relação à decisão que motivou esse adiantamento de passagem é muito bem-vinda”, disse, sugerindo que os trabalhos incluam posteriormente outras quebras de sigilo, “sobretudo por parte das empresas de transporte”.

Transporte suplementar – Será solicitada ao Consórcio Operacional TranSuple, a pedido de Gabriel Azevedo, toda a movimentação financeira desde a assinatura de acordo em 21 de dezembro de 2020 para a antecipação de valores de vales-transporte, contendo o demonstrativo de todas receitas referentes ao adiantamento de passagem e sua respectiva movimentação, repasses aos permissionários, eventuais aplicações ou constituição de reserva e qualquer despesa efetuada com os valores recebidos a esse título, até os dias atuais.

Representantes de suplementares reivindicam um repasse R$ 5 milhões ao Consórcio Operacional do Transporte Coletivo de Passageiros por Ônibus do Município de Belo Horizonte (Transfácil), conforme relatado em audiência.  (Com informações da CMBH)

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!