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Turismo
Crédito: Pixabay

Um dos setores mais impactados pela crise econômica imposta pela pandemia do novo coronavírus, o turismo define 2020 como um ano de aprendizado. Com atividades sendo retomadas e pessoas, aos poucos, perdendo o receio de viajar, o setor vai recuperando o fôlego, mas não sem levar em conta tendências e adaptações.

A percepção ocorre a partir do Liga Insights Travel Tech, estudo que reúne informações sobre o impacto que a pandemia trouxe ao turismo no Brasil e no mundo, e como as tendências de inovação e tecnologia ajudarão na retomada desse mercado.

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Realizada pela Liga Ventures, uma das maiores aceleradoras de startups do País e pioneira no mercado de aceleração corporativa e corporate venture, a pesquisa concentrou a opinião de mais de 20 especialistas, empresas, startups e associações do setor, tais como OYO, Latam, Atlantica Hotels, Abracorp, CVC Corp., entre outras.

Quem explica é o editor de Estudos de Mercado da Liga Ventures, João Barros, que contextualiza que a Organização Mundial do Turismo estimou um prejuízo de US$ 195 bilhões para o setor, apenas entre os meses de janeiro a abril. E que o setor sentiu o impacto da queda de 97% na movimentação global de turistas durante a alta na pandemia.

“É inegável que o setor de turismo foi um dos mais afetados, junto com a área de eventos, mas o ano 2020 vale, principalmente, como aprendizado. Seja no sentido de estimular a transformação digital e de perceber o quão importante é a inovação no processo de retomada e desenho de estratégias ou na antecipação de mudança de mentalidade cultural e de novos modelos de negócios”, explicou.

Barros citou o exemplo de grandes startups que fizeram um redesenho de seu um modelo e conseguiram superar esse momento difícil, a partir do entendimento do novo cenário de pandemia, como o AirBnb.

Sobre a metodologia, o editor de estudos e mercados da Liga Venture ressaltou que as 20 entrevistas ajudaram traçar um panorama completo do mercado. E que o estudo foi dividido em três grandes blocos: os desafios do mercado de turismo, o papel das startups e o futuro.

“Aí entram as tendências e as adaptações. Os principais highlights identificados foram, de fato, que o setor foi muito afetado, mas que as empresas estão criando estratégias para se recuperarem, acelerando processos de transformação digital. E tendências como mudanças de processos em hotéis, implementação de novas tecnologias, e mudanças no comportamento do turismo, buscando destinos ao ar livre, viagens mais conectadas com natureza, com a família, etc”, enumerou.

O estudo revelou também como a experiência de transformação dos últimos anos no setor, por conta das tecnologias, pode ser agora um facilitador nessa “parada não programada”.

“A principal contribuição das travels techs foi uma transferência de mentalidade no sentido de mostrar que é necessário ser mais ágil para enfrentar grandes problemas e ter capacidade de se reinventar, criar modelos mais ágeis, de negócio e de gestão. Além das parcerias de inovação aberta, ao passo que as startups podem auxiliar as empresas nesse processo de inovação também, criando soluções em conjunto”, explicou.

E, por fim, que este momento pode ser uma oportunidade também para o fortalecimento de uma de uma mentalidade mais colaborativa no mercado de turismo.

“As parcerias entre as startups e grandes empresas e a difusão de uma mentalidade mais ágil no mercado de turismo, serão uma grande contribuição, pois o ecossistema de startups nesta área também é robusto a nível mundial. Para ter uma ideia, no segmento específico de viagens e mobilidade, só no Brasil, em 2019, foram mais de R$ 794 milhões investidos diretamente para startups”, concluiu.

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