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Abastecimento de alimentos está dentro do normal na Ceasa Minas

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A oferta e o preço das frutas na Ceasa não foram afetados pelo coronavírus | Crédito: Eugênio Sávio

A oferta de hortifrútis na Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasa Minas) está dentro da normalidade, o que é importante para garantir o abastecimento de alimentos durante o período de isolamento implantado para o controle do novo coronavírus.

De acordo com levantamento feito pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e divulgado esta semana, foram poucas as variações de preços registradas nos últimos dias e estas variações tiveram influência, principalmente, de períodos de entressafra de alguns produtos, o que já era previsto.

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O superintendente de Inovação e Economia Agropecuária da Seapa, Carlos Eduardo Oliveira Bovo, explica que o monitoramento da oferta e dos preços dos produtos comercializados na Ceasa Minas foi iniciado em 16 de março e tem o objetivo de acompanhar o cenário e, em caso de alguma alteração significativa, buscar alternativas para garantir o abastecimento.

Os relatórios de hortaliças e frutas são feitos com base nos dez itens mais comercializados de cada grupo. São avaliados os preços e a oferta e, em caso de aumentos significativos dos valores, são verificadas as questões que promoveram a variação. Os dados são atualizados semanalmente.

“Nosso objetivo é acompanhar o mercado e garantir tranquilidade à população em relação ao abastecimento. O levantamento serve como um termômetro e podemos, em casos de anormalidade, buscar soluções rápidas. O abastecimento está garantido no momento, com o campo funcionando e a logística para escoamento dos produtos também”, disse.
Desde o início do levantamento, Bovo explica que foram identificadas oscilações dentro da normalidade, com produtos na safra apresentando preços menores e alguns em entressafra com valores reajustados pelo recuo da oferta.

“Identificamos no primeiro relatório uma queda dos preços das hortaliças, já que tínhamos oferta de quantidade e qualidade altas, mas, pelo fechamento de bares, restaurantes e suspensão das aulas nas escolas, tiveram uma redução do consumo. A princípio, os preços recuaram, mas já estão equacionados, com produtores ofertando conforme a demanda”, explicou.




Top 10 – No levantamento de hortaliças, que avaliou o mercado do dia 23 de março a 8 de abril, foram levantadas e analisadas as dez hortaliças mais comercializadas na Ceasa Minas: abóbora moranga, abobrinha, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate.

Dentre os destaques está a abobora moranga. O preço mais comum de comercialização da abóbora moranga se manteve entre R$ 2 e R$ 3 por quilo. Em 23 de março, o preço chegou a R$ 3, o mais alto em 16 dias. Em 25 de março, o produto registrou queda de 33,3% e foi comercializado a R$ 2 por quilo.

O preço da abobrinha teve significativas oscilações, variando de R$ 2,22 a R$ 1,22 por quilo. O preço mais alto registrado no período foi de R$ 2,22, em 23 de março, mas apresentou queda de 39% no primeiro dia de abril, sendo comercializada a R$ 1,22 por quilo, menor preço dos últimos dias. Já em 8 de abril, após uma alta de 6,6%, o preço da abobrinha ficou em R$ 1,55.

A batata registrou o preço mais alto no dia 23 de março, quando foi comercializada a R$ 2,60 o quilo. A partir do dia 24 de março, foram verificadas quedas consecutivas, com o preço estabilizado em R$ 2 por quilo em abril.

O preço da cebola ficou praticamente estável entre 25 de março e 6 de abril. Após esse período, o preço teve um crescimento de 10%, chegando a R$ 2,75 por quilo. Já o valor da cenoura teve oscilações entre 23 de março e 8 de abril, variando de R$ 3,75 a R$ 2,75 por quilo.

Entre 25 de março e primeiro de abril, foram registradas quedas consecutivas e o preço chegou a R$ 2,25 por quilo, o menor preço apurado. Após esse período, houve aumento de 22,2% e o valor voltou aos R$ 2,75 por quilo. No período, o preço do tomate caiu de R$ 4 por quilo para R$ 2,75.

Preços de frutas têm pouca oscilação




Assim como no levantamento das hortaliças, a análise do grupo de frutas foi feita nos dez principais itens, incluindo: abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva.

Segundo o relatório, as frutas, dentro do período analisado, sofreram poucas oscilações. Apesar da incerteza do cenário, os preços das frutas se apresentam favoráveis para os consumidores, assim como a manutenção da oferta.

Dentre os destaques, o valor do quilo da banana prata oscilou entre R$ 1,75 e R$ 2,25. Após duas quedas consecutivas nos preços, de 11,1% e 12,5%, em 8 de abril a fruta foi comercializada a R$ 1,75, preço mais baixo registrado no período iniciado em 23 de março.
A laranja pera iniciou o período com o preço de R$ 2,10 por quilo e, em 25 de março, houve uma queda e os preços foram mantidos ao patamar de R$ 2 por quilo.

O preço do limão tahiti caiu de R$ 3,50 o quilo, em 23 de março, para R$ 2,25 em 8 de abril.

Os preços da maçã gala variaram entre R$ 4,15 e R$ 5,00 por quilo. Foram registrados dois aumentos (13,3% e 6,4%) nos dias 26 e 31 de março, respectivamente. O valor máximo comercializado no período foi R$ 5,00. A partir de 6 de abril, foi registrada queda de 11% e o quilo foi comercializado a R$ 4,45.

Os preços da manga Tommy se mantiveram estáveis no período de 23 a 27 de março, com comercialização a R$ 2,50 por quilo. Em 30 de março, foi registrada queda de 12%, reduzindo o preço para R$ 2,20, o mais baixo registrado, mantendo-se estável até 8 de abril.

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