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Agronegócio

Exportações do agronegócio do Estado registram alta de 1,7%

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café
Crédito: Divulgação/Emater Usada em 05-04-19

As exportações do agronegócio de Minas Gerais cresceram 1,7% nos primeiros seis meses do ano, movimentando US$ 3,78 bilhões. No período, foram destinadas ao mercado internacional 4,63 milhões de toneladas de produtos oriundos da atividade agrícola e pecuária, uma queda de 6,5% frente a igual intervalo do ano passado. Ao longo do primeiro semestre, o valor médio pago por tonelada ficou em US$ 815,77, número 8,76% maior que os US$ 750 registrados no mesmo período anterior.

Dentre os produtos, o café foi o destaque, com alta de 27,8% no valor exportado. Os dados são da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

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No resultado semestral, os embarques do agronegócio responderam por 31,1% do faturamento gerado com as exportações totais de Minas Gerais, que encerraram o período em US$ 12,1 bilhões.

O superávit na balança comercial do setor alcançou um saldo, nos primeiros seis meses de 2019, de US$ 3,45 bilhões, valor 1,91% maior quando comparado com os US$ 3,39 bilhões gerados em igual intervalo de 2018.

Ainda na mesma base de comparação, as importações do agronegócio somaram US$ 326,5 milhões, frente ao valor de US$ 328,8 milhões movimentado anteriormente, queda de 0,69%. Ao todo, Minas Gerais importou 370,3 mil toneladas de produtos agropecuários, redução de 0,43% em relação as 371,9 mil toneladas importadas entre janeiro e junho de 2018.

Produtos – Ao longo do primeiro semestre, o café, principal produto da pauta exportadora do agronegócio mineiro, que responde por 46,7% das exportações do setor, apresentou elevação de 27,8% no faturamento gerado com os embarques, que encerrou o período em US$ 1,76 bilhão.

Em volume, a alta ficou em 55,3%. Ao todo, foram destinadas ao mercado internacional 813,8 mil toneladas de café. No intervalo, foi verificada retração nos preços pagos pela tonelada do café. Enquanto a média de preço praticada entre janeiro e junho de 2018 foi de US$ 2.636 por tonelada, em igual intervalo do ano atual, o volume foi comercializado a US$ 2.170, valor 17,6% menor.

O complexo soja, que responde por 19,2% da pauta exportadora do agronegócio, encerrou os primeiros seis meses de 2019 com queda nos embarques. Ao todo, o setor foi responsável por uma movimentação financeira de US$ 727,8 milhões, valor que retraiu 31,7% frente aos US$ 1 bilhão registrados em igual período do ano passado. Em volume, os embarques caíram 24,7%, com a exportação de 1,9 milhão de toneladas.

A comercialização da soja em grão com o exterior foi responsável por um faturamento de US$ 586,1 milhões, variação negativa de 39,9%. A redução em volume ficou em 31,8%, com a exportação de 1,6 milhão de toneladas. Os embarques de farelo de soja cresceram 79,6% em volume (284 mil toneladas) e 53,3% em faturamento, US$ 133 milhões.

Carnes – No grupo das carnes, foi registrada alta de 22,2% no faturamento, que somou US$ 433 milhões. Entre janeiro e junho, os embarques de carnes somaram 128,5 mil toneladas, elevação de 1,1%. O preço pago pela tonelada subiu de US$ 2.790 para US$ 3.372, valor 20,8% superior. O grupo é responsável por 11,5% das exportações do agronegócio de Minas.

Dentre os produtos que compõem o grupo, o destaque foi a carne bovina. O faturamento gerado com as negociações internacionais do item somou US$ 306 milhões, aumento de 27,4%. Em volume, houve uma elevação de 30,6%, com o embarque de 75,8 mil toneladas.

Alta também nas exportações de carne de frango, que subiram 23,2%, com faturamento encerrando o período em US$ 110 milhões. Ao todo, foram destinadas ao mercado externo 44,1 mil toneladas, volume 23,7% menor.

Ao contrário das carnes de frango e bovina, o faturamento das exportações de carne suína apresentou resultados negativos. A movimentação financeira gerada com o embarque de carne suína ficou 24,6% menor, somando US$ 9,5 milhões. O volume retraiu 12,9% e encerrou o primeiro semestre em 5,8 mil toneladas.

As exportações do setor sucroalcooleiro recuaram 17% em faturamento, encerrando os primeiros seis meses de 2019 em US$ 271,8 milhões. Em volume, a queda foi de 7,5%, com a exportação de 922 mil toneladas.

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