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Agronegócio
A cultura da soja demandou R$ 317,9 mi em recursos de custeio - Crédito: Paulo Whitaker/Reuters

Os produtores rurais de Minas Gerais demandaram maior volume dos recursos disponibilizados através do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) na safra 2018/19.

Segundo os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), entre julho de 2018 e junho de 2019, os desembolsos para o agronegócio estadual ficaram 4% maiores que os registrados em igual período da safra passada, elevando para R$ 21,89 bilhões o montante liberado.

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A maior parte dos recursos voltados para o Estado foi destinada à produção agrícola, R$ 14,49 bilhões, e o restante para a pecuária, com desembolsos estimados em R$ 7,41 bilhões. Dentre as linhas, o destaque continua sendo a de custeio, cuja demanda aumentou 12,36%.

De acordo com o levantamento da Seapa, ao longo da safra 2018/19, foram aprovados 215.797 contratos do crédito agrícola em Minas Gerais, elevação de 10% frente aos 195.585 pedidos aprovados em igual período do ano passado. O volume de recursos liberados cresceu 4% e alcançou R$ 21,89 bilhões, respondendo por 12% do montante desembolsado para o País, que, no período, somou R$ 175,6 bilhões.

A maior parte dos recursos disponibilizados para o Estado foi para aplicação na agricultura. Os dados mostram que foram desembolsados R$ 14,49 bilhões para o setor, montante 7% superior aos R$ 13,5 bilhões registrados em igual período do ano safra anterior. Somente para a agricultura, foram aprovados 89.193 contratos, ante os 87.571 liberados na safra passada, o que representa um crescimento de 2%.

Na pecuária, a demanda pelo crédito caiu 1% e somou R$ 7,41 bilhões. No período, foram aprovados 126.604 contratos, volume 17% maior.

Linhas – Durante a safra 2018/19, os produtores de Minas Gerais demandaram R$ 12,36 bilhões na linha de custeio, aumento de 8% frente a igual período do ano passado. O crédito destinado ao custeio da agricultura cresceu 7% e encerrou o período em R$ 8,13 bilhões. Ao todo, foram aprovados 52.446 contratos na agricultura, variação negativa de 10%.

Em junho, as culturas que demandaram maior volume de recursos da linha de custeio foram a soja (R$ 317,9 milhões), café (R$ 223,16 milhões) e milho (R$ 60 milhões).

Para a pecuária, os desembolsos da linha de custeio chegaram a R$ 4,22 bilhões, aumento de 12%. O número de contratos recuou 4%, com a aprovação de 42.230 pedidos de crédito.

Dentre os produtos, em junho, a maior parte dos desembolsos foi destinada à bovinocultura, que somou R$ 443,1 milhões, seguida por suínos, R$ 31,92 milhões, e pela avicultura com R$ 8,31 milhões liberados.

Ao longo da safra 2018/19, os produtores mineiros solicitaram R$ 4,73 bilhões da linha de investimentos, valor 3% menor do que os R$ 4,87 bilhões liberados em igual período da safra anterior. No Estado, o número de contratos aprovados para a linha de investimentos ficou 31% superior, com o pagamento de 117.227 contratos.

A demanda pela linha de investimento cresceu 11% na agricultura, com a liberação de R$ 2,75 bilhões para aplicação na atividade. Ao todo, foram aprovados 33.837 contratos, crescimento de 28%.

Na pecuária foi verificada queda de 17% na demanda pelo crédito da linha de investimento, que somou R$ 1,98 bilhão liberados entre julho de 2018 e junho de 2019. A aprovação de contratos avançou 33% e encerrou o ano-safra em 83.390 liberações.

Em Minas Gerais, o valor liberado para a linha de comercialização da safra somou R$ 4,49 bilhões, retração de 1% frente aos R$ 4,52 bilhões da safra anterior. Ao todo, foram aprovados 3.818 contratos, aumento de 1%.

Para a agricultura, o crédito da linha de comercialização alcançou R$ 3,38 bilhões, variação positiva de 3%. Já para a pecuária, o montante liberado, R$ 1,11 bilhão, foi 11% menor.

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