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Agronegócio

MG deve erradicar febre aftosa em 2022

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Ana Valentini apresentou um balanço do agro ontem na ALMG | Crédito: Danielle Moura / Seapa

Ações de combate à febre aftosa em Minas Gerais têm dado resultado. O Estado vem registrando avanços junto aos produtores na busca da sonhada erradicação da doença nos rebanhos mineiros. Tanto que a transição do status sanitário para “Estado livre da doença sem vacinação”, inicialmente prevista para 2023, poderá ser anunciada já em abril do próximo ano, segundo informou ontem a secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Valentini.

Durante apresentação do balanço anual da Pasta na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG), a secretária explicou que Minas Gerais e o Mato Grosso obtiveram a melhor avaliação no trabalho realizado para a retirada da vacinação contra a febre aftosa entre os estados que integram o Bloco 4 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, conduzido pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) em todo o País.  Também integram o grupo Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal.

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“A expectativa é que a retirada (da vacinação) seja anunciada em abril do ano que vem”, afirmou Ana Valentini. Segundo a secretaria, a transição do status sanitário de Minas Gerais para “Estado livre da doença sem vacinação” “fortalecerá toda a cadeia produtiva da bovinocultura de corte no Estado, abrindo mercados internacionais, agregando valor à produção e contribuindo de forma significativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mineiro”.

Imunização prorrogada

O prazo da atual campanha de vacinação dos rebanhos bovinos contra a febre aftosa em Minas Gerais foi prorrogado pelo Mapa para até o dia 20 de dezembro devido a problemas na distribuição da vacina detectados no Estado.

A ampliação do prazo e remanejamento de doses das vacinas foram avaliados pelo Mapa a pedido do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e entidades representativas do setor como a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Sistema Faemg), além de sindicatos rurais e associações de criadores de animais.

Como a legislação determina que o pecuarista possa comprovar (declarar) a imunização até 10 dias após o término da campanha, esse procedimento também foi adiado, ou seja, o produtor mineiro poderá declarar a imunização de bovinos e bubalinos de zero a 24 meses até 30 de dezembro.




A expectativa é de que sejam vacinados cerca de 10 milhões de animais. A compra de vacina em estabelecimentos comerciais da iniciativa privada poderá ocorrer até 20 de dezembro, dentro do novo prazo acordado com o Mapa. O produtor comprova a vacinação dos bovinos e bubalinos usando o formato eletrônico de declaração que está disponível em ima.mg.gov.br ou, caso tenha cadastro, acessando o Portal de Serviços do Produtor.

Uma outra opção é o envio da declaração para o e-mail da unidade do IMA responsável pela jurisdição do município, ou presencialmente em uma das unidades. Para facilitar a localização da propriedade, ao declarar a vacinação, recomenda-se o envio do Cadastramento Ambiental Rural (CAR).

A diretora-técnica do IMA, Cristiane Santos, esclareceu na semana passada que não há falta de vacina, o problema está na distribuição em algumas regiões do Estado. “Nesta etapa, Minas Gerais já tem disponível 13 milhões de doses de vacina para um rebanho vacinável de 10 milhões de animais. Estamos articulando com a iniciativa privada, revendedoras e Mapa para melhorar a logística. Caso tenha dificuldades em adquirir a vacina em sua região, o pecuarista deve recorrer a municípios próximos e, para esclarecer quaisquer dúvidas, os escritórios do IMA estão à disposição”.

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