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Crédito: Divulgação/Epamig

Mais uma vez, os queijos produzidos em Minas Gerais foram reconhecidos internacionalmente. Nesta semana, os produtores mineiros conquistaram 50 medalhas na quarta edição do concurso Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, realizado em Tours, na França. Nesta edição, foram inscritos 953 queijos de 20 países. Os queijos de Minas Gerais conquistaram três super ouros, cinco ouros, 20 pratas e 22 bronzes.

Esta foi a terceira participação dos mineiros no concurso francês, que acontece a cada dois anos. Em 2015, o queijo mineiro conquistou uma medalha de prata. Já em 2017, foram 12 medalhas, sendo uma super ouro, um ouro, sete pratas e três medalhas de bronze.

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De acordo com o presidente do Sistema da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Sistema Faemg), Roberto Simões, as premiações conquistadas na França são um reconhecimento importante do trabalho sério e de qualidade desenvolvido pelos produtores mineiros de queijo.

“As medalhas conquistadas são a constatação da qualidade do produto artesanal mineiro relativo aos queijos. Os produtores, mais uma vez, participaram de um concurso na França, tradicional país produtor de queijos, e concorreram com outros vários países. Nossos queijos sempre trazem premiações em diversas categorias. Mais uma vez, é um atestado da qualidade que queremos e sempre estamos incentivando”, destacou.

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Valorização – Ainda segundo Simões, as premiações e os investimentos na produção de qualidade são fundamentais para agregar valor ao queijo, garantindo maior renda para os produtores e melhorando a qualidade de vida. A valorização e o reconhecimento também são incentivos para a sucessão familiar.

“A agregação de valor aos queijos é importante. Esses produtores vendiam os queijos a preços baixos, de R$ 12 a R$ 15, e com o reconhecimento da qualidade e com as premiações conseguem comercializar a preços maiores, R$ 70, R$ 80 e R$ 100. É o que a gente sonha para o produtor. Queremos que o produtor tenha uma renda melhor, para ter uma vida digna e permanecer na propriedade com a família”.

Apesar das premiações e do reconhecimento internacional, Simões destaca que a legislação ainda impede que muitas propriedades regulamentem a produção dos queijos. Além disso, o setor vem encontrando dificuldade em relação ao apoio do governo no que se refere à realização do Festival do Queijo Minas Artesanal, considerado um dos principais eventos do setor e vitrine para os produtores.

“A gente segue lutando por uma legislação que seja benéfica para o setor e enfrentamos uma dificuldade imensa, como sempre. De vez em quando, aparece um projeto federal para atrapalhar um processo que está em bom caminho. Então, é com muita dificuldade que lutamos para fazer as coisas funcionarem tão bem como demonstrado no resultado do concurso. É preciso que haja interesse de várias partes para nos ajudar, inclusive do governo do Estado. Estamos planejando o 3º Festival do Queijo Minas Artesanal para valorizar os produtores e mostrar que temos qualidade e estamos encontrando grande dificuldade de apoio junto ao governo”, afirmou.

Queijos Cruzília leva três prêmios

Durante o concurso internacional 4º Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, pela segunda vez consecutiva, o Queijos Cruzília, com sede em Cruzília, no Sul de Minas, conquistou mais prêmios. Nesta edição, foram premiados três queijos: Cruzília 300 – que recebeu a medalha de ouro -, o requeijão a base de queijo Gruyére (prata) e o Dagano, medalha de bronze. Na edição anterior, em 2017, o laticínio conquistou a medalha de prata com o queijo Santo Casamenteiro.

Neste ano, o Queijos Cruzília concorreu com sete produtos e venceu em três, que estão em fase de lançamento. Segundo o diretor geral da Cruzília, Carlos Medeiros de Almeida, ser premiado novamente em um dos principais concursos internacionais reafirma a qualidade dos produtos Cruzília.

“Estamos muito felizes. É um orgulho para nossa empresa, que foi a única indústria brasileira a participar do concurso. Tenho certeza que estes três produtos premiados irão fazer muito sucesso no Brasil”.

Durante o Salão Mundial do Queijo, o diretor de produção, Luiz Sérgio Medeiros de Almeida, foi entronizado como mestre queijeiro pela Guilde Internacionale des Fromagers, uma das principais organizações do segmento. A honraria é atribuída a quem comprovadamente tem uma trajetória de dedicação e respeito à arte milenar dos queijos.

“Aliado ao nosso terroir perfeito para a produção de queijos, e da nossa herança queijeira, sempre contamos com meu irmão Luiz Sergio como diretor industrial da empresa, um amante da arte de fazer queijos inovadores, entronizado nesse concurso como seleto mestre queijeiro internacional. Estamos muito orgulhosos”, disse Carlos Medeiros.

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