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Estado registra crescimento no abate de animais

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Pesquisa de Abate de Animais mostra que, de julho a setembro, foram abatidas no Estado 759,7 mil cabeças de bovinos, volume 4,6% superior ao ano passado - Crédito: Paulo Whitaker/Reuters

Minas Gerais, ao longo do terceiro trimestre, apresentou aumento no abate de suínos, bovinos e frangos. Quando comparado com igual período do ano anterior, o acréscimo foi de 4,6% em bovinos, 3,4% em suínos e de 2,2% em frangos. A industrialização mineira de leite também ficou maior no período: 4,3%. Os dados são da Pesquisa Trimestral de Abate de Animais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados do IBGE mostram que foram abatidas 759,7 mil cabeças de bovinos no terceiro trimestre de 2019, volume que ficou 4,6% superior as 726,3 mil cabeças abatidas em igual intervalo de 2018. O peso das carcaças de bovinos alcançou 191,6 mil toneladas, incremento de 8,1%.

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Os dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que, entre julho e setembro de 2019, as exportações de carne bovina, feitas por Minas Gerais, somaram 42,78 mil toneladas, volume 4,4% superior as 40,9 mil toneladas embarcadas em igual período do ano passado.

Em Minas Gerais, também foi verificada alta no abate de suínos ao longo do terceiro trimestre. O levantamento mostra que foram abatidas 1,44 milhão de cabeças de suínos no Estado entre julho e setembro de 2019, variação positiva de 3,4%, frente a igual período de 2018. No intervalo, o peso das carcaças somou 126,9 mil toneladas, volume 4,3% superior as 121,7 mil toneladas registradas no mesmo intervalo de 2018.

O aumento do abate de suínos tem como uma das justificativas a alta das exportações. De acordo com os pesquisadores do IBGE, durante o terceiro trimestre, Minas Gerais destinou ao mercado internacional 2,6 mil toneladas de carne suína, volume 77,4% superior as 1,4 mil toneladas enviadas para fora em igual período do ano anterior.

Fenômeno China – Segundo o levantamento do IBGE, o aumento dos preços internacionais, que vem seguindo trajetória ascendente de valorização do produto suíno no mercado mundial ao longo dos últimos cinco trimestres, promoveu crescimento do faturamento em dólares na comparação anual e estimulou os embarques. Dentre os países compradores, destaque para a China. A maior demanda chinesa pela carne de suínos vem persistindo como forma de compensar os efeitos da peste suína africana, que afetou o plantel de criação dos animais naquele país.

Com o aumento dos embarques, a oferta do produto ficou menor e contribuiu para a evolução dos preços no mercado interno. Enquanto a média do preço pago pelo quilo do suíno vivo, no terceiro trimestre de 2018, era de R$ 3,17, em igual período do ano atual, o valor subiu para R$ 4,94 por quilo do suíno vivo, valorização de 55,8%.

Em frangos, o abate estadual alcançou 103,3 milhões de cabeças, representando um aumento de 2,2% ante as 101 milhões de aves abatidas entre julho e setembro de 2018. O peso das carcaças ficou 5% maior na comparação com o volume registrado anteriormente. Ao todo, as carcaças pesaram 255,9 mil toneladas. Durante o terceiro trimestre, as exportações de carne de frango, em Minas Gerais, recuaram 41%, com o embarque de 22,2 milhões de toneladas.

No mesmo período, a produção de ovos de galinha cresceu 8,5% e somou 89,7 milhões de dúzias. O efetivo de galinhas poedeiras, 15,5 milhões de cabeças, ficou 8% maior.

A quantidade de leite industrializado cresceu 4,3% ou 64,67 milhões de litros a mais, somando 1,5 bilhão de litros. O volume de leite adquirido, 1,54 bilhão de litros, cresceu 4,4%. Minas Gerais lidera o ranking de aquisição de leite, com 24,5% da captação nacional, seguida por Paraná (14,3%) e Rio Grande do Sul (13,7%).

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