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Crédito é liberado para recuperar cafezais

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Em Minas Gerais, as condições climáticas adversas como seca e chuvas de granizo comprometeram as lavouras principalmente no Sul e no Cerrado | Crédito: Amanda Perobelli/Reuters

Os cafeicultores de Minas Gerais que tiveram as lavouras afetadas pela seca ou pelas chuvas de granizo em 2020 terão mais recursos para financiarem a recuperação dos cafezais. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta semana, a liberação de mais R$ 150 milhões em linhas de crédito do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para a recuperação de cafezais danificados. De um volume inicial de R$ 10 milhões, os recursos foram ampliados para R$ 160 milhões.

A recomendação é que os produtores procurem o mais rápido possível as entidades financeiras, uma vez que os bancos têm somente até 4 de dezembro para solicitar junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorização para operar a linha de crédito.

De acordo com os dados do Mapa, os recursos são provenientes do remanejamento de diversas linhas do Funcafé. A maior parte, R$ 91,5 milhões, veio do orçamento para linhas de comercialização, outros R$ 39 milhões vieram das linhas de aquisição de café e R$ 19,5 milhões das linhas de capital de giro para cooperativas, indústrias de café solúvel e de torrefação.

Segundo a analista de agronegócio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Ana Carolina Alves Gomes, as entidades representantes dos cafeicultores estão desde setembro buscando políticas para auxiliar os produtores que tiveram os cafezais afetados pelas intempéries climáticas. A liberação dos recursos para a recuperação é fundamental para dar fôlego ao produtor.

“Foi liberado um valor adicional para a linha de recuperação de cafezais, que passou de R$ 10 milhões para R$ 160 milhões. E esse recurso dará um respiro no auxílio aos produtores que, porventura, necessitarem de acessar a linha para reduzir os impactos da seca e de outros efeitos climáticos que prejudicaram o cafezal, como chuvas de granizo, por exemplo”, explicou.

Ana Carolina reforça que os produtores devem buscar pelas entidades bancárias o mais rápido possível, já que será necessária autorização para que os bancos possam operacionalizar a linha. As entidades bancárias têm até 4 de dezembro para encaminhar o pedido ao Mapa.

Condições climáticas – Em Minas Gerais, as condições climáticas comprometeram lavouras principalmente no Sul e no Cerrado, que passaram por um longo período de estiagem e altas temperaturas.

A analista da Faemg explica que, no período de maio até agosto, o baixo índice pluviométrico é importante para a colheita do café. Porém, este ano, a falta de chuva no período foi intensa e acabou comprometendo parte das lavouras.

Com os impactos do clima e após um período de safra cheia, a tendência para a safra 2021 de café é de queda na produção. Por um lado, isso já era esperado pela bienalidade negativa do café, mas a retração pode ser maior pelos impactos do clima.

“A partir de agosto e setembro, que é o momento da florada e início da safra, as chuvas são necessárias. Porém, este ano, registramos altas temperaturas e ausência de chuvas desde março. Isso afetou drasticamente a cafeicultura do Estado, principalmente, na região Sul e no Cerrado. Além disso, também foram registradas em vários municípios chuvas de granizo e vendaval, o que intensificou os prejuízos”, disse.

Ainda não foi possível mensurar qual será a queda na produção. A Faemg e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) estão fazendo um levantamento para tentar identificar as perdas.

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