Receita com exportações sobe quase 12%
Crédito: Divulgação/Seapa

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e o Conselho Nacional do Café (CNC) firmaram, na última semana, um Termo de Cooperação Técnica que tem ações previstas para os municípios conveniados com a estatal nos próximos dois anos.

Através do acordo, as entidades pretendem contribuir com extensionistas, pesquisadores, cooperativas e produtores para o desenvolvimento e o fortalecimento da produção sustentável na cafeicultura mineira e nacional.

“Realizaremos atividades para promover a responsabilidade social, a eficiência econômica e com ênfase na preservação dos recursos naturais nas áreas cafeeiras”, informa o presidente do CNC, Silas Brasileiro.

Segundo o presidente da Emater-MG, Gustavo Laterza, a celebração do acordo de cooperação fortalece a parceria institucional entre CNC e a empresa e é fator de honra e motivação.

“A união de forças com objetivo comum é fundamental para a superação dos desafios e oferecer soluções. A cultura do café faz parte da identidade e da tradição do povo mineiro e esta parceria proporciona a construção de ações técnicas para compartilhar conhecimento, bem como fomentar e divulgar as políticas públicas junto aos cafeicultores e instituições e, assim, darmos a nossa contribuição ao desenvolvimento sustentável do setor rural”, destaca.

Como primeira atividade do Termo de Cooperação Técnica, CNC e Emater-MG lançaram a cartilha “Orientações sobre prevenção ao coronavírus durante a colheita do café”. O material traz recomendações aos profissionais do café para se prevenirem e evitarem a propagação do Covid-19 como forma de permitir o desenvolvimento dos trabalhos de cata sem impactar a saúde dos envolvidos.

O presidente do CNC explica que o conteúdo foi desenvolvido com base nas orientações de organismos de saúde mundial, nacional, estaduais e municipais e de acordo com a legislação trabalhista brasileira.

“Com o cumprimento dessas recomendações, os cafeicultores darão andamento à colheita e não terão um encargo financeiro adicional significativo, de maneira que não sofram impacto econômico, principalmente considerando o constante crescimento dos custos de produção”, conclui Brasileiro. (Com informações da Emater-MG)