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A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou um projeto de lei que cria a Política Nacional de Incentivo à Cultura de Flores e de Plantas Ornamentais de Qualidade. A proposta, que busca estimular a produção e a comercialização desses produtos no Brasil e no exterior, agora segue para votação no plenário.

A nova política terá como diretrizes a sustentabilidade econômica e socioambiental da atividade, bem como o aproveitamento da diversidade cultural, ambiental, de solos e de climas do país. O projeto também pretende se adequar às peculiaridades e às diversidades de cada região do Brasil e estabelece que as ações serão articuladas entre os entes públicos federais, estaduais e municipais e o setor privado.

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A notícia agradou os pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Pesquisa (PEP) em Floricultura, Simone Reis, esse é um momento muito importante para os envolvidos no setor, uma vez que o projeto prevê apoio a todos os elos da cadeia produtiva de flores e plantas ornamentais.

“A floricultura já mostrou sua força e potencial de crescimento nos últimos anos. Podemos perceber que o poder público está procurando conhecer e apoiar ainda mais essa atividade”, destaca Simone Reis.

O PEP de Floricultura concentra suas atividades no Campo Experimental Risoleta Neves, no município de São João del-Rei, na região Central de Minas. No local são desenvolvidas pesquisas com rosas, a flor mais cultivada e comercializada do mundo; copo-de-leite; espécies tropicais, como bastão do imperador, antúrio e sorvetão; palma-de-santa-rita e flores comestíveis.

Ainda de acordo com a coordenadora, a floricultura pode ser explorada em todo território mineiro. Além de se adequar à agricultura familiar, a atividade pode promover a diversificação e o aumento de renda em propriedades já ocupadas por outras culturas. “Acreditamos que com a aprovação da lei de incentivo a floricultura as instituições de pesquisa poderão ser beneficiadas por meio de editais específicos para atender as demandas do setor. Assim que as oportunidades surgirem a Epamig vai buscar a aprovação de projetos para difusão de tecnologias”, conclui a pesquisadora.




Espécies comestíveis – A Epamig planeja avançar em pesquisas com espécies comestíveis. Para 2020, a equipe do Campo Experimental Risoleta Neves pretende dar continuidade ao projeto de produção agroecológica de flores comestíveis. Outra iniciativa, que começará em breve, enxerga a floricultura como opção de diversificação e aumento de renda para cafeicultores no Campo das Vertentes.

A Epamig também apoiará a realização do 1º Encontro Regional Sudeste de Floricultura e Plantas Ornamentais, que acontecerá em março de 2020 na Universidade Federal de Lavras (Ufla).

A preocupação com a sustentabilidade já é uma realidade no mercado da floricultura. As pesquisas desenvolvidas pela Epamig são voltadas para atender esse aspecto cada vez mais demandado pelos consumidores. A fim de obter flores de qualidade, a empresa estuda maneiras de promover a nutrição equilibrada das plantas, para reduzir o uso de adubos químicos e utilizar produtos alternativos para fornecer todos os nutrientes necessários.

Para o controle de pragas, a Epamig já obteve resultados promissores com o uso de plantas com flores para conservação e aumento da população de inimigos naturais de roseiras. Já com relação às flores comestíveis, a população precisa ser bem orientada quanto às espécies que podem ser ingeridas, pois várias plantas possuem flores tóxicas.

A empresa publicou uma cartilha para identificação das espécies de flores que podemos usar na alimentação humana. (As informações são da Agência Minas)

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