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Representantes do agronegócio discutem o impacto da inovação no setor

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Setor discute impacto da inovação no agro
Crédito: Divulgação/CNA

Brasília – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na última semana, da 96ª edição do Agricultural Outlook Forum, em Arlington, no estado americano da Virgínia. O evento foi promovido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) e reuniu especialistas, técnicos e representantes do agronegócio mundial para debater a inovação e o uso da tecnologia no setor.

De acordo com o coordenador de Produção Agrícola da CNA, Maciel Silva, “a tecnologia auxiliará na ampliação das condições de produção e na alimentação da população, mas deve garantir também a melhoria da situação financeira dos produtores rurais”.

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Ele destacou a participação do secretário de Agricultura do USDA, Sonny Pardue, que fez uma apresentação sobre o uso da biotecnologia para o avanço da agricultura. “A biotecnologia continuará sendo uma ferramenta importante, mas a agricultura de precisão também será parte essencial do processo de inovação”, relatou Silva.

O coordenador avaliou, também, a palestra do fundador e CEO da SVG Ventures Speaker, John Hartnett, que afirmou que muitos países produtores de alimentos estão trabalhando para o desenvolvimento tecnológico da agricultura. “Nós precisamos unir o que há de melhor em cada um deles para manter o desenvolvimento e sermos assertivos na missão de alimentar o mundo”.

Durante o fórum, o Usda divulgou as expectativas para a área de plantio de soja, que deve atingir 34,4 milhões de hectares, um aumento de 12% com relação ao ano passado. Já para o milho, a projeção é de 38 milhões de hectares, aumento de 5% ante a safra passada.

A estimativa para a produção de soja é de 114 milhões de toneladas. Se confirmado, o volume será 18% maior em relação à última safra. Para o milho, a expectativa é de 393,7 milhões de toneladas, valor 13% superior à safra 2019/2020.

Segundo Maciel, o economista-chefe do Departamento de Agricultura dos EUA, Robert Johansson, disse que, para o setor animal, é esperado um modesto aumento na produção de carne bovina e um crescimento mais expressivo para carne de frango e de porco, porém, haverá recorde de produção para todas essas proteínas de origem animal. (Com informações da CNA)

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