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Vendas do Brasil à China iniciam ano aquecidas e sobem 126% em janeiro

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Em termos de faturamento, o incremento nas exportações foi em torno de 200% - Crédito: Paulo Whitaker/Reuters

São Paulo – As exportações de carne bovina do Brasil para a China cresceram 126% em janeiro na comparação com igual período do ano passado, somando 53,2 mil toneladas, disse a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) ontem.

O volume embarcado ao país asiático puxou a alta de 9,84% registrada nas exportações totais do mês, que atingiram 135.375 toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Abiec.

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“É um resultado positivo e que vai ao encontro com as nossas estimativas de crescimento para este ano”, disse, em nota, o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli – em dezembro, a associação projetou para 2020 um aumento de 13% nas exportações brasileiras do produto.

Em termos de faturamento, o avanço nas vendas para a China foi de 200%, para US$ 322,8 milhões, enquanto a receita geral registrou alta de 37,9%, chegando a US$ 633,25 milhões.

Os dados indicam um começo de ano forte para o setor, após recordes de volume e receita com exportações em 2019, quando a área foi impulsionada também pela China, que acelerou compras de proteínas após a peste suína africana dizimar seu enorme plantel de porcos.

Segurança alimentar – Membros da indústria de carnes brasileira, como executivos da JBS e da BRF, acreditam que as exportações para a China devem crescer mesmo com o atual surto de coronavírus no país, afirmando que o caso pode levantar preocupações quanto à segurança alimentar chinesa.




Além disso, as consequências da peste suína e o surgimento de surtos de gripe aviária na nação asiática também podem influenciar em um aumento nos embarques de carne do Brasil.

A Abiec não mencionou qualquer impacto do coronavírus em sua nota. (Reuters)

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