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Zema faz alerta e afirma que oferta de sedativos é crítica no Estado

Governador ressaltou ainda em entrevista coletiva a grande preocupação com a identificação de novas cepas no Estado

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Romeu Zema
Governador Romeu Zema em coletiva nesta quinta-feira | Crédito: Reprodução

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, ressaltou, em entrevista coletiva sobre a pandemia de Covid-19, nesta quinta-feira, que a oferta de sedativos é crítica no Estado. Se os estoques hospitalares dos medicamentos antes do agravamento da pandemia eram suficientes para 60 dias, hoje são suficientes para um a três dias.

A morosidade na distribuição, agora feita pelo Ministério da Saúde, é o principal fator do desabastecimento. O governador também demonstrou grande preocupação com a identificação de novas cepas no Estado e reforçou a necessidade de se manter o isolamento durante a pandemia, já que as mesmas têm maior índice de transmissão.

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Apesar da continuidade do receio quanto à situação, o secretário de Estado de Saúde (SES-MG), o médico Fábio Baccheretti, explicou que, devido às regras mais severas impostas pela onda roxa do Plano Minas Consciente, o Estado caminha para uma tendência de estabilização de novos casos.

Cenário

De acordo com Zema, o problema da falta de oxigênio, enfrentado há poucos dias, foi solucionado, mas agora o ponto crítico é a oferta de sedativos. 

“Hoje, a falta de sedativos é a nossa grande preocupação. As unidades hospitalares que trabalhavam com estoque de 60 dias ou mais, hoje, devido à pandemia, têm para um, dois ou três dias, o que é muito preocupante. Estamos correndo risco de pacientes intubados acordarem porque faltaram sedativos, e isso não pode ocorrer de forma alguma”, afirmou.

Confira na íntegra a entrevista coletiva desta quinta-feira:

Ainda segundo o governador de Minas, a deficiência aconteceu pela mudança de protocolo feita pelo Ministério da Saúde, que fez uma requisição administrativa dos insumos junto às indústrias.

“Até poucas semanas, cada unidade hospitalar pedia direto na indústria. Agora, o Ministério da Saúde passou a ter acesso a essa produção e não consegue distribuir na velocidade adequada”, explicou.

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