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AngloGold investirá R$ 400 milhões no complexo de Sabará

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A produção é exportada na forma de ativos financeiros para bancos com atuação internacional - Leonardo Francia

A AngloGold Ashanti vai investir R$ 400 milhões em um projeto de empilhamento de rejeitos a seco nas suas operações no complexo Cuiabá-Lamego, localizado em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O projeto deve ser concluído em 2022, mas 35% dos rejeitos do ativo de Cuiabá já são dispostos usando esse método.

Segundo o presidente da companhia no Brasil, Camilo Farace, o projeto segue as novas tendências sustentáveis do setor na atualidade. “O investimento está em fase de desenvolvimento dos projetos e deve ser finalizado e entrar em operação em 2022”, reforçou.

Caeté – Na mina Lamego, a companhia celebrou, ontem, o início da atividade de lavra de ouro, pelo subterrâneo, em Caeté (RMBH), o que, só neste ano, deve gerar uma arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem) da ordem de R$ 200 mil para o município.

O diretor de Operações da Unidade de Negócios de Cuiabá-Lamego, Ricardo Assis, explicou que a chegada, pelo subterrâneo, em Caeté é decorrente de uma expansão natural da lavra, com o aprofundamento na mina Lamego.

A mina de Lamego opera a um ritmo de 42 mil onças de ouro ao ano e continuará mantendo as operações em Sabará, que também sedia a mina Cuiabá. “O que produzimos nesta mina contribui para alcançarmos nossa meta para a produção nacional de 17 toneladas por ano, o que representa 15% da produção mundial do grupo”, revelou Assis.

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Mercado – O presidente da companhia no Brasil, Camilo Farace, detalhou que 100% da produção nacional da empresa é exportada na forma de ativos financeiros para bancos com atuação internacional, que, por sua vez, negociam o metal no mundo todo. “Os bancos são os compradores e distribuidores do ouro”, pontuou.

Ainda de acordo com Farace, os principais mercados compradores de ouro hoje são a Europa, os Estados Unidos e o Canadá. Em termos de consumo, o mercado joalheiro é o maior, consumindo de 60% a 65% do metal em todo o mundo. Além do uso em joias, as indústrias de medicina, odontologia, aeronáutica e eletrônica também são importantes consumidores do metal.

Produção – No primeiro semestre deste ano, a AngloGold produziu 175 mil onças de ouro a partir dos seus ativos no Estado, volume 11% menor do que as 196,6 mil onças do metal produzidas nos mesmos meses de 2017. O volume de ouro que saiu das operações da empresa em Minas representou 47,1% da quantidade total em toda a América (371 mil onças).

De acordo com o diretor da companhia, Ricardo Assis, a queda de produção está relacionada à greve dos caminhoneiros, na última semana de maio, e ao menor teor de ouro no minério lavrado no período. “As minas foram severamente afetadas pela greve dos caminhoneiros. Ficamos cinco dias sem operação e, se descontarmos esse tempo no semestre, ele corresponde a quase 5% da produção do período”, disse.

“Outro motivo (para a queda de produção) é que o corpo da lavra tem variações de teor de ouro, o que pode alterar para mais ou para menos a produção. Durante o período (primeiro semestre), produzimos em áreas com teores menores”, acrescentou o diretor da companhia.

Ativos – Em Minas, além das minas Cuiabá e Lamego, em Sabará, a empresa também opera a mina Córrego do Sítio, em Santa Bárbara; e em Nova Lima estão instaladas as plantas metalúrgicas, além dos escritórios administrativos. O complexo minero-metalúrgico da AngloGold Ashanti no Estado está localizado na região do Quadrilátero Ferrífero, nos municípios de Nova Lima, Sabará e Santa Bárbara.

No complexo fabril de Nova Lima, a empresa tem ainda uma planta de ácido sulfúrico, resultado da oxidação do enxofre contido no minério de ouro. O subproduto é a matéria-prima mais importante na produção de fertilizantes. Além disso, a mineradora mantém um conjunto de sete pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), que formam o Complexo Hidrelétrico de Rio de Peixe.

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