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O Grupo Bahamas, com sede um Juiz de Fora, na Zona da Mata, mesmo com os desafios impostos pelas medidas de isolamento social para conter a pandemia de Covid-19, manteve os planos de investimentos na abertura de lojas e vai encerrar 2020 com um aporte total de R$ 110 milhões e sete lojas inauguradas. Resultado positivo também foi registrado nas vendas, que devem encerrar o ano com alta próxima a 20% frente a 2019.

Para o próximo ano, os planos incluem novas expansões da rede, inclusive para outras regiões onde ainda não atuam, como o Sul de Minas. Ainda não foi fechado o valor de investimentos para o próximo ano, mas a expectativa é superar o número de sete lojas inauguradas.

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De acordo com o presidente do Grupo Bahamas, Jovino Campos, em 2020, a pandemia afetou parte da evolução dos planos, já que obras chegaram a ficar paralisadas. Porém, com melhora do cenário, os planos foram retomados.

“Vamos fechar 2020 com sete lojas novas e investimentos em torno de R$ 110 milhões. Em março, logo no início da pandemia, ficamos preocupados com os possíveis impactos. Demos uma segurada nos investimentos, em termos de compra de terrenos, e paralisamos as obras por cerca de 60 dias. Mas, fomos surpreendidos, até positivamente, em relação ao desempenho das vendas. Em maio, começamos a registar crescimento de dois dígitos. De certa forma, o setor de supermercados foi privilegiado”, avaliou Campos.

Em relação às vendas, o presidente do grupo explicou que com bares, restaurantes e outros segmentos alimentícios fechados, a comercialização de produtos nos supermercados foi favorecida. Mesmo com muitas restrições no atendimento aos consumidores, para evitar a transmissão do vírus, como restrição do número de pessoas no estabelecimento, os resultados foram positivos, com as vendas crescendo, até outubro, 20,05% frente ao mesmo período de 2019.

Para o fechamento do ano, a expectativa é que a comercialização fique 20% maior que o ano passado. “Conseguimos manter as lojas bem abastecidas e registramos, em alguns meses, crescimento acima de 20% nas vendas. Com destaque para setembro e outubro, quando crescemos mais de 30% nas vendas. Pretendemos fechar o ano, com alta próxima a 20%, o que dependerá do desempenho de dezembro”.




Ainda segundo Campos, para manter o crescimento das vendas e a segurança dos consumidores e funcionários do grupo, ao longo deste mês, será feita uma grande campanha para que os consumidores antecipem as compras.

“Neste mês, teremos que enfrentar um grande desafio, a aglomeração. Vamos tentar diluir essa venda de dezembro e não deixar que ela concentre na véspera de Natal e Ano Novo, como ocorre tradicionalmente. Com essa necessidade de controle do fluxo de pessoas nas lojas, se a gente não conseguir antecipar as vendas para os consumidores, podemos não alcançar o objetivo de elevar em 20% as vendas. Trabalhamos com essa perspectiva e vamos fazer campanha bem marcante para que o consumidor antecipe as compras. Queremos que os consumidores venham para as lojas, mas temos que manter a segurança de todos”.

Expectativa é manter expansão

Para 2021, a expectativa do Grupo Bahamas é manter o ritmo de crescimento de vendas acima de dois dígitos, alcançando entre 15% e 20% de aumento. Os níveis de investimentos também serão mantidos. A estimativa é superar o número de inaugurações feitas em 2020.

“Vamos trabalhar para continuar crescendo. Em relação às inaugurações, temos obras que deveriam ser concluídas em 2020, mas, em função da pandemia, atrasaram e serão inauguradas no início do próximo ano. Pretendemos inaugurar mais lojas do que em 2020. Além disso, estamos atentos a novas oportunidades e novas regiões, como o Sul de Minas”, disse o presidente do Grupo Bahamas, Jovino Campos.

A projeção de investimentos ainda não foi fechada, já que ainda existem projetos e negociações em aberto.  “Não vamos perder oportunidades, o Bahamas tem crédito no mercado, seja com recursos próprios ou empréstimos, surgindo oportunidades, vamos aproveitá-las”.

Ranking – Pelo Ranking Nacional da Abras de 2020, o Grupo Bahamas é a 16ª Rede de Varejo de Supermercado no Brasil, a 5ª em Minas Gerais e a primeira do interior do Estado. O grupo tem lojas distribuídas pelas regiões do Campo das Vertentes, Triângulo, Alto Paranaíba, e Zona da Mata.

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