Rio de Janeiro – O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,2 ponto de dezembro para janeiro, depois de três meses de alta. Com o resultado, o indicador passou a marcar 103,8 pontos, em uma escala de zero a 200.

Em janeiro, a confiança caiu em cinco dos 13 segmentos do comércio. A queda foi influenciada por uma piora na confiança em relação ao momento presente. O Índice de Situação Atual recuou 2,5 pontos para 94,6 pontos, primeira queda desde maio de 2018.

Já a confiança em relação aos próximos meses se manteve em alta pelo quarto mês consecutivo. O Índice de Expectativas subiu 2,1 pontos para 112,9 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2011 (115,1 pontos).

Consumidor – O Índice de Confiança do Consumidor, também medido pela Fundação Getulio Vargas, avançou 3,6 pontos de dezembro para janeiro e atingiu 96,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior nível desde fevereiro de 2014 (97,3 pontos).

O índice está 8 pontos acima de janeiro do ano passado. Em janeiro, os consumidores melhoraram suas avaliações tanto sobre a situação atual quanto em relação às expectativas para os próximos meses.

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, subiu 1,2 ponto, para 76,8 pontos, mantendo a trajetória de alta pelo terceiro mês consecutivo e atingindo o maior nível desde maio de 2018 (77,2 pontos). O componente de satisfação com a situação econômica no momento subiu 2,4 pontos, já a satisfação com a situação financeira das famílias ficou estável.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança nos próximos meses, avançou 5,1 pontos, passando para 110,7 pontos, o maior valor desde junho de 2012 (111,8 pontos). O componente de situação financeira das famílias nos próximos meses subiu 7,4 pontos, enquanto o componente de situação da economia no futuro cresceu apenas 3,8 pontos. (ABr)