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Confiança do comércio cresce na Capital com proximidade do Natal

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Crédito: Divulgação

Daniel Vilela

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) de Belo Horizonte atingiu o patamar mais alto desde o início da pandemia da Covid-19, é o que mostra a pesquisa mensal feita pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG). Segundo especialistas, a expectativa de vendas para o Natal foi o principal fator responsável pelo nível de otimismo dos comerciantes.

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Em novembro, o Icec na Capital chegou a 102,0, ultrapassando a barreira dos 100 pontos, o que indica otimismo por parte dos empresários. Essa foi a quinta alta mensal consecutiva registrada pela Fecomércio, apesar de não ter superado os valores registrados nos primeiros meses de 2020. O maior índice foi registrado em março (127,5), e o pior resultado ocorreu em junho deste ano, quando o Icec caiu para 54,3 pontos.

Segundo a Fecomércio, este índice reflete as perspectivas em relação ao futuro da economia, do comércio e das empresas, além de servir como referência para as decisões relativas ao desenvolvimento local. “O Icec subsidia os empresários em investimentos e na geração de novos empregos”, complementou a federação através de nota.

Para a economista da Fecomércio-MG, Bárbara Guimarães, os dados de novembro mostram que os comerciantes da Capital estão otimistas quanto às vendas de final de ano. “As perspectivas de venda para final de ano geram um impacto positivo no comércio. Isso traz esperança depois de momentos de dificuldade vividos pelos empresários no início da pandemia”, explicou a especialista.

O cenário otimista influencia também a geração de empregos no setor: 64,9% dos empresários pretendem aumentar o quadro de funcionários. Entre as empresas de maior porte, 100% têm a intenção de contratar neste final de ano.

Economia brasileira – A pesquisa também trouxe dados sobre a visão e as expectativas do empresário da Capital com relação à economia brasileira. Para 74,2% dos comerciantes, a condição atual da economia piorou. Esse percentual é maior para as empresas de menor porte, com até 50 funcionários (74,2%).

Em relação a outubro, os empresários do comércio estão mais otimistas quanto a futura situação econômica do País. Em novembro, 78,8% dos entrevistados declararam que esperam melhora do cenário econômico. Um aumento de 4,5 pontos percentuais em relação ao mês anterior.

Em relação às condições do setor, para 57,4% dos empresários do comércio entrevistados, houve piora entre outubro e novembro. As empresas que comercializam bens semiduráveis são as que mais perceberam isso.

Sobre as condições atuais da empresa, 53,6% afirmaram que houve piora. Entre os empresários com menos de 50 empregados, 54,4% perceberam uma piora das condições do estabelecimento, enquanto somente 10,0% dos empresários com quadro de funcionários superior a 50 empregados afirmaram deterioração das condições do negócio.

Influenciadores – De acordo com a economista da Fecomércio, existem dois fatores capazes de impactar o índice de confiança dos empresários do comércio de Belo Horizonte no curto prazo: o anúncio do início da vacinação contra a Covid-19 e um segundo lockdown.  “Ambos podem alterar a visão dos comerciantes de forma positiva e negativa, respectivamente”, pontuou Bárbara Guimarães.

Kalunga pede registro para fazer IPO

São Paulo – A Kalunga, maior varejista de suprimentos para escritórios e de material escolar do país, pediu na sexta-feira (4) registro para uma oferta inicial de ações (IPO), à medida que a forte alta das ações nas últimas semanas anima mais empresas brasileiras a buscarem recursos no mercado para apoiar planos de expansão.

A companhia diz no prospecto preliminar que usará os recursos da venda de ações novas para abrir mais lojas, um centro de distribuição no Nordeste do país, reforçar sua estrutura de capital e fortalecer seu negócio de gráfica rápida, com foco no encadernamento e impressão.

Criada em 1972 na capital paulista, a Kalunga tem hoje 222 lojas em 20 estados do país e no Distrito Federal, além de operar em canais digitais.

A transação, que será coordenada por BTG Pactual, Bradesco BBI, XP e UBS-BB, também servirá para que os sócios Paulo Sérgio Menezes Garcia e José Roberto Menezes Garcia vendam participação no negócio.

Apesar do forte crescimento nos últimos anos, em 2020 até setembro a receita líquida da Kalunga, de R$ 1,32 bilhão, foi 16% menor do que um ano antes, devido aos efeitos econômicos da pandemia da covid-19.

O anúncio da Kalunga reforça a reabertura recente das ofertas iniciais de ações no Brasil, na esteira da recuperação do mercado de renda variável, com o Ibovespa marcando na sexta-feira (4) a quinta semana consecutiva de ganhos.

Na semana, a Kalunga a terceira a pedir registro para IPO, juntando-se à produtora de açúcar e etanol Jalles Machado e à varejista on line de artigos para o lar Westwing. (Reuters)

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