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Confiança dos comerciantes da Capital recua 5,7 pontos

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Crédito: Manoel Evandro

A paralisação das atividades econômicas para o controle do novo coronavírus e as incertezas em relação ao mercado interferiram de forma negativa na confiança do empresário do comércio de Belo Horizonte.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), após oito meses de alta, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 5,7 pontos, saindo de 127,5 pontos em março para 121,8, em abril.

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O Icec é elaborado mensalmente pela Fecomércio-MG, com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a economista da Fecomércio-MG, Bárbara Guimarães, os setores de comércio, serviços e turismo têm sido drasticamente afetados pelas medidas de contenção do novo coronavírus. Com o fechamento das lojas e suspensão dos serviços, os empresários estão sem faturamento e acumulando prejuízos, o que reduziu o índice de confiança.

“No período em que o mercado estava se recuperando da crise econômica e o cenário se tornando mais positivo para as atividades, veio a pandemia e impactou muito forte o setor de comércio, serviços e turismo. Os setores estão entre os mais prejudicados, pois estão com as atividades suspensas. A queda no índice reflete a paralisação de inúmeras atividades”.

Ainda segundo Bárbara, é importante ressaltar que mesmo com a queda de 5,7 pontos no Icec, em abril, o índice ainda está acima de 100 pontos, mantendo, de certa forma, o otimismo do empresário.

De acordo com os dados da Fecomércio, em abril, todos os componentes do Icec registraram retração. O Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec), um dos subindicadores que compõem o Icec, foi um dos que mais contribuiu para a queda na confiança.

O Icaec atingiu 106,5 pontos em abril, 8,5 pontos a menos que o registrado em março (115). Nesse indicador, o otimismo do empresário caiu principalmente nas empresas que possuem até 50 empregados.

“Estas microempresas ou não possuem capital de giro ou têm um valor muito pequeno, por isso, não têm condições de sobreviver a um longo período fechadas”, disse Bárbara.
Outro item que apresentou retração foi o Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (Ieec), que sinaliza as impressões do setor em relação aos próximos meses. O subindicador atingiu 154,4 pontos, contra 160,2 apurado em março.

O índice avalia o percentual de confiança dos entrevistados na evolução da economia brasileira, onde 88,6% acreditam em melhora. Em relação à expansão do setor 90,2% acreditam na melhoria do cenário. Para 91,9% dos empresários da capital, é esperado crescimento das vendas da própria loja.

Investimentos – Já o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (Iiec) – que mostra os planos de melhoria na loja, de ampliação de estoques e do quadro de funcionários – retraiu 2,7 pontos percentuais, atingindo 104,5 pontos em abril.

Entre os itens do subindicador, destaque para a projeção de ampliação do quadro de funcionários, fator apontado por 62,8% dos entrevistados. Já 39% dos empresários afirmaram que os investimentos na empresa estão ligeiramente superiores. Estão com os estoques em nível adequado 59,7% das empresas; 22,3% estão com excesso de produtos e em 17,9% faltam itens.

“Caso as restrições para o controle do novo coronavírus persistam e as lojas continuem fechadas, a tendência é que os indicadores recuem ainda mais no próximo levantamento”, explicou Bárbara.

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