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Economia

Confiança dos pequenos negócios fica estável em MG

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Nível de confiança do comércio em Minas avançou em outubro por conta das expectativas com a Black Friday e o Natal | Crédito: Charles Silva Duarte / Arquivo DC

O Índice Sebrae de Confiança dos Pequenos Negócios (Iscon) atingiu 118 pontos, ficando estável em outubro na comparação com setembro. Os dados foram divulgados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae Minas). No período, o setor industrial foi o mais otimista.

A analista da Unidade de Inteligência Empresarial do Sebrae Minas, Paola La Guardia, explica que a confiança dos empreendedores nos pequenos negócios seguiu a tendência de estabilidade dos últimos três meses. “Os indicadores estavam em uma crescente até julho. A partir de agosto, o otimismo do empresário começou a cair devido ao aumento da taxa básica de juros, inflação e incertezas na economia e política. Isso resultou em uma estabilidade no mês de outubro”.

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O setor da indústria foi o único que apresentou crescimento no Iscon em outubro, de acordo com o Sebrae, atingindo 123 pontos, oito a mais em relação ao mês anterior. A melhora foi influenciada pelas expectativas dos empresários com o cenário de curto prazo, indicado pelo Índice de Situação Esperada (ISE), que mede as expectativas para os próximos três meses.

“O ISE da Indústria cresceu 11 pontos, e somente esse setor apresentou aumento nesse subíndice. Os pequenos negócios do setor sinalizam estar um pouco mais confiantes no possível aumento das vendas de fim de ano”, esclarece La Guardia.

Em segundo lugar no nível de confiança ficou o comércio, com 119 pontos, seguido pela Construção Civil (116) e Serviços (115). “O nível de confiança da Construção Civil ficou cinco pontos abaixo da registrada em setembro, resultado puxado pela queda brusca nas expectativas de curto prazo, com o ISE despencando 11 pontos”, acrescenta a analista.

La Guardia pontua que, apesar dos bons resultados da indústria, a taxa básica juros (Selic) elevada, o estrangulamento dos insumos, a alta da inflação e a crise hídrica são alguns dos fatores que seguram o crescimento para setores como a construção civil, que teve queda significativa no setor imobiliário.

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Já os setores de serviços e comércio também elevaram a confiança. “Apesar da baixa do consumo das famílias, os empresários estão confiantes com as principais datas para o varejo como a Black Friday e o Natal.

MEIs estão menos confiantes

As Empresas de Pequeno Porte registraram um Iscon quatro pontos acima do resultado de setembro, variando de 127 para 131 pontos. As Microempresas (ME) seguiram com o mesmo patamar de confiança em relação ao mês anterior (124 pontos) e os Microempreendedores Individuais (MEIs) registraram uma leve queda no Iscon quando comparado a setembro (de 112 para 111).

Icec tem queda em novembro

Rio de Janeiro – O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 1,3% em novembro na comparação com outubro. Essa é a terceira queda consecutiva do indicador, divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, apesar do aumento da circulação de pessoas nas ruas em relação ao início da pandemia de Covid-19, a confiança apresentou queda no último trimestre. Segundo ele, isso mostra que a conjuntura econômica tem afetado a confiança empresarial.

“Os dados indicam que, apesar de fundamental, o avanço da vacinação já não tem sido mais suficiente para injetar ânimo no comércio. Será preciso que a situação da economia melhore para a recuperação acontecer”, disse ele.

Acumulado – Apesar das três quedas, a confiança do empresário acumula alta de 9,7% no ano. Na comparação com novembro de 2020, a expansão chegou a 10,2%.

Na comparação com outubro deste ano, a principal queda ocorreu na avaliação sobre as condições atuais (-4,1%), principalmente devido ao recuo na confiança sobre o momento atual da economia (-8,4%). As expectativas também caíram, mas de forma mais moderada (-0,7%).

As intenções de investimentos  subiram 0,5% no período, alta puxada pelo aumento de 2,4% na intenção de investir na empresa. (ABr)

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