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Crise sanitária impacta vendas de Natal

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CRÉDITO: ALISSON J. SILVA/ARQUIVO DC Usada em 30-11-20

Mesmo diante da crise sanitária que refletiu na economia, o Natal deste ano será regado a presentes. De acordo com os dados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), 70,5% dos belo-horizontinos pretendem ir às compras no fim do ano. Em 2019, eram 75,3%. A quantidade de presentes que os consumidores esperam adquirir permanece a mesma do ano passado: três, em média.

O presidente da entidade, Marcelo de Souza e Silva, em entrevista coletiva para a imprensa, ressaltou que alguns fatores, como o desemprego e a suspensão de contratos de trabalho, vão, sim, refletir nas vendas. No entanto, “não de uma maneira tão grave assim”, disse ele, que pontuou, ainda, que é importante esperar finalizar o mês para constatar, de fato, os resultados.

Nesse cenário de compras para o Natal, as roupas são as primeiras da lista de presentes (78,6%). Logo depois vêm os brinquedos (41%), os calçados (26,9%) e os cosméticos e perfumes (15,8%). O tíquete médio deverá ser de R$ 95,71, valor 6,18% menor do que o verificado no ano passado (R$ 102).

As lojas físicas são as preferidas dos consumidores (72,7%), mas as compras virtuais também vêm ganhando cada vez mais força (20,5%). Silva salientou que a pandemia acelerou os processos digitais e que há esforços dos lojistas nesse sentido. “Muitas pessoas estão conseguindo achar esse caminho”, disse ele, lembrando que não é algo fácil.

Sobre as formas de pagamento, a pesquisa da CDL-BH mostrou que as compras parceladas no cartão de crédito (30,8%) serão as mais representativas no Natal deste ano, com um tíquete médio de R$ 96,88. Os consumidores também pretendem adquirir presentes no cartão de débito (28,2%), com um tíquete médio de R$ 94,23, em dinheiro (26,1% e tíquete médio de R$ 93,85) e à vista no crédito (13,2% e tíquete médio de R$ 100,81).

Preço é fator mais relevante – Ainda segundo os dados da entidade, o preço dos produtos é o atrativo mais importante na hora das compras (56,8%). As promoções e sorteios vêm logo em seguida (28,2%) e, posteriormente, o bom atendimento (25,2%) e a qualidade do produto (25,2%). Antes de adquirir um presente, 48,7% dos belo-horizontinos pesquisam os valores dos itens.

Celebrações – A pesquisa da CDL-BH também revela que 70,9% dos belo-horizontinos vão fazer ceia de Natal com familiares e amigos, sendo que 81,8% pretendem desembolsar, em média, R$ 199,18 para a celebração. Os que pretendem dar presentes terão um gasto menor na comemoração (R$ 171,79) em relação a quem não pretende presentear (R$ 204,39).

Já os que não vão comemorar o Natal somam 18,2%, sendo que o principal motivo é o isolamento social (42,6%) seguido pelo corte de gastos (16,7%). Além disso, somente 31,6% participarão do tradicional amigo-oculto.

Números da pandemia preocupam

O presidente da CDL-BH, Marcelo Souza e Silva, falou, em coletiva de imprensa realizada ontem, sobre questões como a pandemia da Covid-19 e o futuro da economia. Indagado sobre o aumento do número de casos da doença na capital mineira e no Estado, ele destacou que a entidade tem solicitado que as pessoas tenham cuidado durante as compras. Durante o evento virtual, ele também ressaltou que os lojistas têm tomado várias ações para a segurança das pessoas.

“Se realmente aumentar, na minha opinião, e por causa do histórico que nós temos em Belo Horizonte, eu acho que, sim, pode ter aí uma decisão do poder público municipal de darmos um passo atrás nessa flexibilização. Não queremos, não acreditamos nisso, não queremos neste momento que isso aconteça. É por isso que nós estamos a toda hora pedindo, e as campanhas que nós estamos fazendo é para que as pessoas, os consumidores e os lojistas, os comerciantes, se previnam para que não aconteça esse aumento de casos em volume maior aqui em Belo Horizonte”, disse.

Sobre a economia de 2021, Silva destacou as expectativas com a chegada de uma vacina contra a Covid-19. “Esperamos que agora com essa chegada da vacina, ano que vem podendo retomar a atividade, essa perda não seja tão grande como nós estamos vendo aqui”, pontuou.

O presidente da CDL-BH também falou o que se espera do poder público diante dos desafios atuais e destacou que a postergação dos impostos não é suficiente. “Às vezes, a postergação dos impostos é uma ajuda até pequena; não é porque não é uma ajuda boa, mas é porque o impacto é muito pouco às vezes na vida das empresas. A gente precisa, sim, movimentar melhor, ter um ambiente melhor. Tem outras ações que a Prefeitura pode fazer para a questão de segurança (…). Nós temos que fazer um plano de incentivo para que a gente fortaleça as empresas que já estão aqui e traga novos investimentos”, frisou.

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