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CSN planeja ser a 3ª maior do Brasil

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Crédito: REUTERS/Nacho Doce
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Com as aquisições da Elizabeth Cimentos e da LafargeHolcim Brasil, em pouco mais de um mês, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) quer sair da quinta para a terceira posição entre as maiores produtoras de cimento do País, ficando atrás da Votorantim e da Intercement. A companhia mantém planos de crescimento orgânico e estima expandir a produção de 16,3 milhões de toneladas anuais (contando as aquisições) para 27,5 toneladas até 2033, considerando novos projetos.

“Nosso objetivo é ser o maior grupo cimenteiro brasileiro, não em termos de capacidade, mas em quantidade comercializada. Independente desse plano que fizemos de aquisição tem o plano de crescimento orgânico, que vai se concretizar conforme a evolução da demanda nas regiões Sul, Norte, Nordeste e Centro-Oeste”, detalha o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, durante teleconferência realizada ontem.

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De acordo com o diretor Financeiro e Relações com Investidores da CSN, Marcelo Cunha Ribeiro, além de sinergias operacionais, de logística e administrativas, a aquisição dos ativos da LafargeHolcim pela CSN Cimentos trará ganhos fiscais relevantes. “Entre prejuízos acumulados e ágio, o impacto positivo está estimado em R$ 800 milhões”, explica.

Conforme o executivo, com a aquisição, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da cimenteira adquirida roda ao ritmo de R$ 540 milhões neste ano. “Considerando-se redução de custos e sinergias resultantes das iniciativas que serão implementadas pela CSN Cimentos, o resultado pode crescer 50%, chegando a R$ 858 milhões. Por tonelada, passará de R$ 77 para R$ 123”, esclarece Ribeiro.

Cunha explica que, atualmente, a empresa é a mais eficiente no setor de cimento no País, por ter a maior margem, com os menores custos. A nova aquisição, frisa Ribeiro, vai trazer diversos ganhos à companhia, se aproximando, no próximo ano, de 10% da geração total de caixa.

“Vamos entrar no Centro-Oeste, fortalecer nossa presença no Nordeste e vamos ficar como líderes, com capacidade relevante e forte no Sudeste”. Ribeiro reforçou ainda que a LafargeHolcim agrega produtos de alta qualidade e com marcas fortes ao portfólio, como Mauá e Montes Claros.

Planos mantidos

Benjamin Steinbruch acrescentou que os projetos previstos para o crescimento orgânico da empresa estão mantidos. E serão executados de acordo com as condições de mercado. Ao todo, a meta é adicionar 11,2 milhões de toneladas anuais de capacidade entre 2024 e 2033, com expansões em Paraná, Pará, Sudeste, Ceará e Sergipe.

“Esse desafio de materializar esses projetos está bastante adiantado em termos de aquisição de equipamentos. É claro que vamos fazer o crescimento de forma estruturada. Mas, certamente, dentro de um espírito construtivo, cooperativo e de aumento imediato de construção nas regiões onde já estamos e nas em que vamos entrar”, pontua.

Steinbruch avalia que a carência em infraestrutura e o déficit de moradia no País garantem o potencial de expansão no setor cimenteiro e fortalece o setor de construção civil. “Nosso desejo é estarmos nesse mercado, liderando e lutando junto para diminuir essa desigualdade”.  

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