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Desembolsos do BNB em Minas Gerais somam R$ 266,7 mi

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Crédito: Divulgação

Os desembolsos do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para Minas Gerais, de 16 de março a 11 de maio, período em que foi decretado o isolamento social para o controle do novo coronavírus, totalizaram R$ 266,7 milhões.

As operações foram contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e no âmbito do programa de microcrédito, Crediamigo.

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Com recursos do FNE, foram 6.650 novas operações, no valor total de R$ 193,9 milhões. Dos recursos disponibilizados pelo FNE, R$ 127,5 milhões foram para a área rural, com a aprovação de 6.229 novos contratos de crédito. Já as operações não rurais, somaram recursos na ordem de R$ 66,45 milhões, com 421 aprovações.

Já os desembolsos do Crediamigo somaram R$ 72,7 milhões para as áreas de atuação do BNB em Minas Gerais. No período de 16 de março a 11 de maio, foram aprovados 29 mil contratos.

De janeiro a março, o valor total disponibilizado para as áreas de atuação do BNB em Minas Gerais somam R$ 387 milhões, sendo R$ 261,4 milhões disponibilizados através dos recursos do FNE e R$ 125 milhões do Crediamigo.

O superintendente do Banco do Nordeste para os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, Wesley Maciel, explica que com o fechamento de diversos empreendimentos para o controle do novo coronavírus, muitos empreendedores tiveram que buscar crédito para quitar despesas.




“Nós tivemos uma elevação da demanda porque as empresas, em sua grande maioria, estão fechadas e tiveram a receita drasticamente reduzida ou zerada. A maior parte dos recursos foi solicitada por empreendimentos de micro e pequeno porte, que estão mais expostos à crise e têm menos reserva financeira para quitar as despesas em um período de redução dos recursos”, explicou Maciel.

Ainda conforme o representante do BNB, um dos principais fatores que tem elevado a demanda pelos recursos do banco são as taxas de juros reduzidas e a maior carência, o que é considerado essencial para auxiliar as empresas neste momento de crise.

“O BNB está trabalhando com as melhores taxas. No caso do FME para capital de giro, o governo federal, reduziu a taxa que era de 5% a 6% ao ano, que já era uma das menores, para 2,5% ao ano, ou seja, abaixo da inflação, o que gera uma taxa negativa.

A taxa é valida para este período de emergência. Nesta modalidade, a empresa pode contratar até R$ 100 mil para capital de giro”, disse.

As empresas de médio e grande portes também são atendidas, mas pelas linhas tradicionais oferecidas pelo BNB e que têm condições diferenciadas do mercado.

Prorrogação – Maciel explica que outra medida adotada e considerada fundamental para a sobrevivência das empresas foi a prorrogação dos pagamentos dos créditos já contratados junto ao BNB.




“Sabemos da redução do faturamento e estamos preocupados com as empresas com operações urbanas, por isso, prorrogamos a carência dos contratos até dezembro. Ou seja, o empresário só retomará os pagamentos em janeiro, quando também deverá quitar os juros do prazo de carência. Como essa prorrogação foi é uma medida do governo federal, ela não altera a avaliação dos clientes para a tomada de empréstimos, que é rebaixada quando se pede uma renegociação de dívida”.

A entidade financeira atua em 168 municípios distribuídos nas regiões Norte, Vale do Jequitinhonha, Mucuri e em dois municípios do Noroeste (Arinos e Formoso), que correspondem a 35% dos municípios mineiros.

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