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Empresas voltam a investir no Vale do Aço

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Foto: Elvira Nascimento/Divulgação
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Com o setor siderúrgico em alta, a indústria do Vale do Aço, um dos maiores polos deste segmento no País, mantém expectativas positivas para este ano. Além do ritmo de produção em alta, empresas voltaram a investir na região.  

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) Regional Vale do Aço, Flaviano Gaggiato, a siderurgia está aquecida devido à alta na demanda do mercado.  “Atualmente, o empresariado sentiu o aumento efetivo das compras. Além disso, houve um impacto positivo nas contratações na região”, explica. 

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E esses bons resultados são apresentados em números. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil, a indústria nacional produziu 18 milhões de toneladas de aço no primeiro semestre deste ano, com um crescimento de 24% sobre a primeira metade do ano anterior. Ainda conforme a pesquisa, as vendas internas cresceram 43,9%, somando mais de 12 milhões de toneladas de aço.  

O presidente da Fiemg Regional Vale do Aço, Flaviano Gaggiato, acredita que o segundo semestre terá um desempenho ainda melhor devido aos resultados alcançados no primeiro semestre deste ano. “As empresas obtiveram um retorno positivo no primeiro semestre e a tendência é a de que este cenário repita até o fim deste ano. As encomendas seguem em alta, o que reafirma a previsão do empresariado”, reforça. 

Gaggiato conta que com a demanda em alta na região, os empresários estão investindo em atividades como reformas da planta industrial e renovação de maquinário. O presidente da Fiemg Regional Vale do Aço não soube informar qual está sendo o volume financeiro investido.

Flaviano Gaggiato avalia que um dos maiores desafios para o setor, neste momento, são os custos elevados dos insumos. “Numa pesquisa recente que fizemos, no início de junho, observamos um aumento de 135% no preço da solda, isso praticado nos últimos dois anos. No ano passado até meados de 2021, a solda chegou a faltar no mercado. O grande problema é que as indústrias não faziam estoque desse insumo e, agora, são obrigadas a fazerem para não comprometer a produção”, esclarece. 

Apesar dos valores elevados dos insumos, a expectativa da indústria siderúrgica é a de que, no fim deste ano, o setor feche com saldo positivo. “Ainda é cedo para dizer uma estimativa de faturamento, mas tudo indica que teremos resultados positivos tanto quanto tivemos no primeiro semestre”, finaliza Gaggiato. 

O Instituto Aço Brasil divulgou também a projeção de investimentos por parte do setor siderúrgico nacional: US$ 8 bilhões até 2025. A título de comparação, os investimentos acumulados entre 2008 e 2020 chegaram a US$ 28,2 bilhões. Ainda conforme detalhou o instituto, como Minas Gerais é considerado o principal produtor de aço do País, boa parte dos investimentos previstos para o setor será destinado ao Estado.

Com uma demanda aquecida, o setor siderúrgico apresenta bons resultados no segmento, conforme dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil. A indústria nacional produziu 18 milhões de toneladas de aço no primeiro semestre deste ano, apurando crescimento de 24% sobre a primeira metade do ano anterior.

Na mesma base de comparação, as vendas internas cresceram 43,9%, somando mais de 12 milhões de toneladas. Diante do desempenho e a partir das expectativas de continuidade da demanda no segundo semestre, o setor elevou as previsões de desempenho para 2022.

O presidente Regional da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg-MG) Vale do Aço, Flaviano Gaggiato, explica que o setor fabril está aquecido devido à alta na demanda do mercado. “Atualmente, o empresariado sentiu o aumento efetivo das compras. Além disso, o setor contabiliza um forte crescimento de pedidos, gerando um impacto positivo, havendo efetivo significativo de contratação”, explica.

De acordo com Gaggiato, com a demanda aquecida, os empresários estão investindo em reformas das usinas. Um dos investimentos de maior porte para a região, segundo a Fiemg regional Vale do Aço, registrou R$ 300 milhões. “A grande maioria das indústrias instaladas na região está em fase de planejamento para implementação dos investimentos para 2022”, complementa.

Para o presidente da Fiemg regional Vale do Aço, Flaviano Gaggiato, os maiores desafios para o setor, neste momento, são os insumos com custos elevados. “Uma recente que fizemos observamos um aumento de 135% no preço da solda nos últimos dois anos. No fim do ano passado até meados de 2021, a falta do estoque aumentou muito, cerca de 100% nesse último ano”, pontua.

Apesar do alto custo, Gaggiato avalia que as expectativas do setor são positivas. O aumento da demanda das empresas, o investimento e planejamento em reformas da planta e em maquinário, “além do volume expressivo de serviço nas empresas que não pararam nem durante a crise sanitária, apontam que o setor está impulsionado com estimativas de mais crescimento para a indústria de aço”, complementa.

O Instituto Aço Brasil divulgou também a projeção de investimentos por parte do setor siderúrgico nacional: US$ 8 bilhões até 2025. A título de comparação, os investimentos acumulados entre 2008 e 2020 chegaram a US$ 28,2 bilhões. Ainda conforme detalhou o instituto, como Minas Gerais é considerado o principal produtor de aço do País, boa parte dos investimentos previstos para o setor será destinado ao Estado.

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