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FDC e “Mães pela Liberdade” debatem o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+

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LGBTQIA+
Crédito: Divulgação

Lutar contra o preconceito e oferecer carinho, amor e acolhimento tanto no ambiente familiar quanto no trabalho. Esse foi o tema do debate realizado nesta segunda-feira (28) pela Fundação Dom Cabral em parceria com o projeto “Mães pela Liberdade”, em comemoração ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, trans, queers, intersexo, agêneros, pansexuais e pessoas não binárias).

Segundo a diretora de relações corporativas da Fundação Dom Cabral, Marina Spínola, o objetivo do encontro foi debater a respeito do acolhimento, respeito e inclusão social.

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“Trouxemos em pauta, ao longo do mês, questões a respeito da importância da educação, da inclusão social, do papel da família, do carinho, do acolhimento, seja no ambiente familiar ou profissional, e da percepção de que todos somos parte dessa sociedade independente da orientação sexual”, explica.

No bate-papo, os convidados ainda abordaram questões como a violência contra o público LGBTQIA+, pois o Brasil é considerado o país que mais assassina homossexuais e transgeneros. Só no ano passado, segundo dados do LGBTQIA+, foram registrados 237 crimes violentos.

Ainda de acordo com Marina Spínola, outra questão importante é a dificuldade que os LGBTQIA+ têm de abordar a orientação sexual no ambiente de trabalho.

“A grande maioria não fala a respeito disso no ambiente de trabalho. Preferem esconder, e isso é muito ruim porque pode afetar diretamente na produtividade do funcionário”, reforça.

A Fundação Dom Cabral orienta e estimula as empresas que adotem a diversidade como forma de inclusão dentro das instituições privadas.

“Atualmente, as marcas e empresas estão ouvindo o clamor da sociedade. A inclusão de mulheres e negros em cargos de liderança é um avanço. Mas precisamos que essas empresas adotem um planejamento maior e que avancem mais, independente do cargo, ouvindo a diversidade”, complementa Spínola.

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