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Economia

FMI reafirma posição a favor de imposto global sobre lucros corporativos

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Crédito: Guadalupe Pardo / Reuters

Washington – O Fundo Monetário Internacional (FMI) é, há muito tempo, favorável à adoção de um imposto global mínimo sobre lucros corporativos, disse, nesta terça-feira, a repórteres a economista-chefe do FMI, Gita Gopinath, classificando a evasão fiscal como uma questão problemática para a economia global.

Gopinath afirmou que as disparidades atuais nas taxas de impostos corporativos provocou “um grande volume” de evasão fiscal, reduzindo a base tributária com que governos podem coletar receitas para financiar os gastos econômicos e sociais necessários.

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“É uma grande preocupação”, disse Gopinath a repórteres durante entrevista on-line. “Somos totalmente a favor de um imposto corporativo mínimo global”.

O ministro francês de Finanças, Bruno Le Maire, disse, nesta terça-feira, que um acordo global sobre taxação internacional é possível e saudou promessa da secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, de trabalhar em uma taxa mínima corporativa global.

Gopinath destacou que o FMI não assumiu uma posição sobre o nível ideal para tal alíquota de imposto, acrescentando que os governos precisam reabastecer seus cofres após gastos maciços para conter a pandemia de Covid-19 e mitigar seu impacto econômico.

“A esperança é que eles sigam em frente de uma maneira melhor para que tenham economias mais verdes, inclusivas, sustentáveis, e isso exigiria medidas tanto do lado da receita quanto do lado das despesas”, disse Gopinath, acrescentando que cada país teria que adaptar cuidadosamente suas ações próprias em matéria fiscal.

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Gopinath afirmou que o FMI ainda está estudando a proposta do governo Biden de aumentar a alíquota do imposto corporativo para 28%, mas observou que a decisão do governo de seu antecessor Donald Trump de reduzir essa alíquota de 35% para 21% em 2017 teve menos impacto sobre o investimento do que inicialmente esperado.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou, na segunda-feira, que “não havia evidência” de que um aumento da taxa de imposto corporativo de até 7 pontos percentuais levaria os negócios de empresas para o exterior.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, observou que a taxa de 28% seria menor do que em qualquer momento desde a Segunda Guerra Mundial.

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