COTAÇÃO DE 22/06/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$4,9650

VENDA: R$4,9660

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$4,9570

VENDA: R$5,1130

EURO

COMPRA: R$5,9745

VENDA: R$5,9772

OURO NY

U$1.778,62

OURO BM&F (g)

R$286,53 (g)

BOVESPA

-0,38

POUPANÇA

0,2446%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia Economia-destaque
Repasse de reajustes a consumidores, porém, não é garantido | Crédito: CHARLES SILVA DUARTE/ARQUIVO DC

Rio de Janeiro/São Paulo – A Petrobras aumentará o preço da gasolina em suas refinarias em 6% em média a partir de hoje, enquanto o diesel terá elevação de 5%, informou a companhia ontem, por meio da assessoria de imprensa.

O reajuste é o primeiro aplicado pela estatal em novembro e segue-se a dois cortes consecutivos no preço da gasolina e um no do diesel no mês passado.

PUBLICIDADE

Com a elevação, o preço médio da gasolina nas refinarias atinge R$ 1,7536 por litro, segundo dados da Petrobras compilados pela Reuters, enquanto o valor médio do diesel passa a ser de R$ 1,6480 por litro, maior nível desde o início de setembro.

No acumulado do ano, a cotação da gasolina ainda apura queda de cerca de 8,5% e a do diesel registra baixa de quase 30%.

Ambos os produtos, porém, afastaram-se das mínimas vistas entre abril e maio – quando, no auge dos impactos das medidas restritivas relacionadas à pandemia de coronavírus, o litro da gasolina chegou a ser negociado a menos de R$ 1 pela Petrobras e o do diesel caiu a cerca de R$ 1,30.

Os mais recentes aumentos ocorrem em meio a movimento de alta nos preços do petróleo no mercado internacional nos últimos dias, impulsionados por esperanças de uma vacina efetiva contra a Covid-19.

A Petrobras afirma que seus preços levam em conta a chamada paridade de importação, impactada por fatores como as cotações internacionais do petróleo e o câmbio.

A alta nos preços nas refinarias ainda ocorre enquanto o mercado interno mostra uma recuperação depois dos efeitos da pandemia. A BR Distribuidora, maior distribuidora de combustíveis do País, disse que tem visto elevação nas vendas de etanol, gasolina e diesel no quarto trimestre, citando a maior mobilidade nas cidades e uma recuperação da economia do País.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais, nos postos, não é garantido e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel. (Reuters)

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

CONTEÚDO RELACIONADO

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!