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Lucro líquido da Gerdau tem retração de 63,5%

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A produção de aço bruto da Gerdau recuou 31,1% - Alisson J. Silva

Em meio à parada programada para manutenção no alto-forno 1 da usina de Ouro Branco, na região Central do Estado, a Gerdau apurou recuo de 63,5% no lucro líquido do terceiro trimestre. De acordo com balanço divulgado ontem, a companhia apurou resultado de R$ 289 milhões no período de julho a setembro deste ano contra R$ 791 milhões em igual época do exercício passado.

Com o resultado, no acumulado do ano, o lucro da empresa apresentou redução de 42,4% sobre os primeiros nove meses de 2018, passando de R$ 1,9 bilhão para R$ 1,1 bilhão.

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A receita líquida do trimestre caiu 22,6% sobre a mesma época do ano anterior e totalizou R$ 9,9 bilhões. Na análise do acumulado de 2019, o valor da receita foi de R$ 30,1 bilhões, queda de 14,6% sobre 2018. De acordo com a Gerdau, a redução dos números se deve principalmente aos menores volumes vendidos no período.

Para se ter uma ideia, a produção de aço bruto pela siderúrgica chegou a 2,7 milhões de toneladas no ultimo trimestre contra 3,9 milhões de toneladas um ano antes, queda de 31,1%. Já as vendas chegaram a 3 milhões de toneladas entre julho e setembro deste ano, enquanto na mesma época de 2018 havia sido de 3,6 milhões de toneladas. Resultado 17,1% menor.

Assim, o lucro líquido ajustado da siderúrgica somou R$ 408 milhões no terceiro trimestre, contra R$ 998 milhões em 2018. O Ebitda ajustado atingiu R$ 1,4 bilhão no período, retração de 27,6% contra os R$ 2 bilhões do ano passado. No acumulado, a queda foi de 12,8%.

A margem Ebitda ajustada caiu 1 ponto percentual no terceiro trimestre, chegando a 14,7%. De janeiro a setembro, por outro lado, subiu para 15,2%.

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“No terceiro trimestre de 2019, reduzimos nosso ritmo de exportações em função da deterioração dos preços no mercado global de aço, porém começamos a ver sinais de recuperação no segmento de construção civil no Brasil. No País, ainda, seguimos crescendo nossa participação no mercado de chapas grossas”, disse o diretor-presidente (CEO), Gustavo Werneck.

Investimentos – Sobre os investimentos no alto-forno 1 da usina de Ouro Branco, concluída em setembro, mediante aportes de R$ 168 milhões, a companhia informou que o equipamento voltou a operar dentro do prazo previsto de 60 dias e das condições operacionais planejadas. O alto-forno possui capacidade de produção de 3 milhões de toneladas por ano.

“Com a conclusão do plano de desinvestimentos, a finalização da reforma do alto-forno 1 de Ouro Branco e aceleração da nossa transformação digital, a Gerdau está preparada para atender a demanda de aço no Brasil à medida que o mercado for reaquecendo”, completou Werneck.

Ainda conforme o balanço, ao longo do terceiro trimestre, a Gerdau investiu R$ 532 milhões em ativo imobilizado (Capex), sendo R$ 201 milhões em manutenção geral, R$ 169 milhões em manutenção na Usina de Ouro Branco (MG) e R$ 162 milhões em expansão e atualização tecnológica. Considerando os nove primeiros meses do ano, foi destinado R$ 1,3 bilhão para as operações da Gerdau globalmente, principalmente dedicados à manutenção das unidades.

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