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CREDITO: ALISSON J. SILVA

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) teve incremento de 1,05% na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) em dezembro, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado mensal é o sexto maior entre as onze áreas abrangidas pela pesquisa, ficando atrás de Belém (1,72%), Goiânia (1,56%), Brasília (1,52%), Curitiba (1,39%) e Porto Alegre (1,09%).

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A RMBH também ficou em sexto lugar em relação aos números referentes às variações acumuladas em doze meses, alcançando 3,88%. “Mesmo com esse aumento de dezembro, o acumulado ainda conseguiu ficar abaixo do centro da meta (4,25%)”, destaca o coordenador da pesquisa em Minas Gerais, Venâncio da Mata.

O profissional explica que a alta em dezembro foi puxada, sobretudo, pelos alimentos e bebidas, que registraram crescimento de 3,36%. O grupo gerou um impacto no índice geral de 0,72 pontos percentuais. “O grupo de alimentação e bebidas teve um aumento bem maior do que os outros. Esse crescimento é decorrente, principalmente, do incremento do feijão-carioca (23,52%) e das carnes (19,33%), itens muito consumidos pelas pessoas”, diz ele. Somente esses dois produtos tiveram impactos de 0,07p.p. e 0,49p.p. no índice geral, respectivamente.

Já o tomate (14,35%) e as frutas (3,94%) tiveram impacto de 0,02p.p. e 0,03p.p. no índice geral, respectivamente.

A alimentação fora de casa (0,97%) também foi responsável pelo incremento do grupo de alimentação e bebidas. O lanche apresentou crescimento de 2,81% e impacto de 0,07p.p. Já batata-inglesa, iogurte e bebidas lácteas e banana-prata, por sua vez, tiveram queda de 5,40%, 3,34% e 3,28% respectivamente, impactando o índice em -0,01p.p., cada um.




As despesas pessoais tiveram aumento de 1,19%. Venâncio da Mata ressalta que isso se deve principalmente aos jogos de azar (36,99%), com impacto de 0,11p.p. O coordenador da pesquisa em Minas Gerais frisa que houve reajuste dos preços das apostas lotéricas logo no início do mês de novembro, o que impactou os números. Comunicação também registrou alta, de 0,85%, sendo que telefone com internet-pacote foi o subitem que mais se destacou, com crescimento de 4,31% e impacto de 0,03p.p.

O grupo de transportes (0,65%) teve o maior impacto (0,07p.p.) vindo da gasolina (1,34%). O etanol, por sua vez, teve impacto de 0,02p.p. e crescimento de 3,60%. Já as passagens aéreas apresentaram aumento de 12,91% e impacto de 0,03p.p. “Esse aumento também tem a ver com o mês de dezembro, quando muitas pessoas tiram férias”, diz Venâncio da Mata.

Por fim, o grupo artigos de residência apresentou deflação (-0,36%), motivado pela diminuição dos preços dos aparelhos eletrônicos (-1,42%). O grupo educação também apresentou deflação (-0,09%).

Nacional – Na média nacional, o IPCA-15 subiu 1,05% em dezembro, de 0,14% no mês anterior. Este é o nível mais alto para o indicador desde junho de 2018 (1,11%) e o mais forte para o mês de dezembro desde 2015 (1,18%).  (Com informações da Reuters)

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