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Maioria prefere comprar nas lojas de rua em BH

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Proximidade dos produtos favorece lojas de rua na Capital | Crédito: Charles Silva Duarte/Arquivo DC

Levantamento realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) mostra que 54,4% dos belo-horizontinos preferem comprar nos centros comerciais ou como são conhecidas as tradicionais lojas de rua.

O principal motivo, de acordo com a superintendente da CDL/BH, Lidiane Tostes, é que grande parte dos consumidores prefere estar perto dos produtos.

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“Cada consumidor tem um perfil, mas algumas coisas não mudam. Alguns consumidores gostam de tocar nas mercadorias, experimentar roupas e calçados, ver de perto os utensílios do lar. Além disso, a proximidade dessas lojas no caminho do trabalho, perto de casa, ou mesmo na direção do médico, ou da escola dos filhos, ajuda a optar em fazer as compras nesses locais que estão no caminho que as pessoas passam no dia a dia”, explica.

O estudo aponta ainda que a internet aparece como segunda opção na preferência dos consumidores com 37,5%. Os shoppings ocupam o terceiro lugar, com 8,1%.

“Quando comparamos com a última pesquisa, notamos uma mudança de comportamento do consumidor em relação à internet. Antes, ela era a terceira opção, agora surge como segunda. Isso se explica com o fechamento do comércio durante a pandemia. Houve uma mudança de hábito das pessoas, que passaram a adotar a web como uma opção para as compras e todo e qualquer tipo de consumo”, detalha Tostes.

Mesmo com o crescimento das vendas virtuais, a superintendente da CDL/BH afirma que a procura pelas lojas de rua não vai acabar.

“A pandemia trouxe uma mudança urgente, que foi a adoção das vendas na web. Mas o varejo nas ruas continua firme. É importante que o empresário mantenha esse olhar. Investir nas duas vertentes é importante. Abrir a marca para a internet, na entrega delivery é um caminho sem volta, mas também é importante manter os olhos abertos para um novo layout para a loja física, com um bom atendimento dos funcionários e uma distribuição adequada dos produtos”, pontua.

Dias de consumo

A pesquisa detalha os dias preferidos para consumo. De acordo com a CDL/BH, os consumidores optam pelos dias úteis – de segunda à sexta-feira – e no período da manhã para realizar as compras. Durante a pandemia, 58,6% revelaram ter mudado a forma de comprar durante a crise da Covid-19.

Já em relação às compras realizadas via aplicativo ou on-line, 39,8% dos belo-horizontinos dizem que aumentaram os pedidos. Em contrapartida, 35,4% relataram que não utilizam ferramentas digitais para comprar.

Localização

Para 52,8% dos belo-horizontinos, a localização é o fator mais importante para realizar as compras nas lojas de rua, para 41,2% é a praticidade, o preço 28,8% e 18% dizem ser a variedade de produtos.

O tíquete médio mensal gasto nas lojas é de R$ 399 e os setores mais procurados são o de supermercados (95,6%), cosméticos (13,2%), roupas (10,8%), artigos de utilidade doméstica (8,8%) e calçados (6%).

Os consumidores que optam pelos shopping centers para realizar suas compras costumam gastar, a cada compra, R$ 243,33.

Os principais produtos adquiridos nas compras realizadas em shoppings são: roupas (59,5%), calçados (37,8%), supermercados (28,4%), cosméticos (20,3%) e eletrodomésticos (8,1%).

E-commerce e shopping center

Na pesquisa da CDL/BH, 64,6% dos consumidores afirmam que compram pela internet com frequência. Ao serem questionados sobre quais motivos os levam a realizar compras de forma on-line, 51,1% dizem que o preço é fator determinante, 47,2% afirmam que a praticidade é o principal e 38,9% acham confortáveis. Segurança (28,3%) e variedade de produtos (18,3%) aparecem na lista.

“Muitos consumidores mais jovens já tinham por hábito consumir pela internet. Com a pandemia, os demais tiveram que aderir a nova modalidade. É um caminho sem volta, mas que não irá absorver ou retirar do mercado as outras modalidades”, confirma a superintendente da CDL/BH, Lidiane Tostes.

Com média de gasto mensal de R$ 326,93, os produtos mais comprados pela internet são roupas (45,9%), eletrodomésticos (41,4%), calçados (28,02%), artigos de utilidade doméstica (16%) e supermercado (14,9%).

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