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Minas registra o segundo maior saldo de emprego formal do País

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No mês passado, de acordo com o Caged, o número de vagas formais criadas em Minas foi de 42.124, com 163.934 admissões e 121.810 dispensas | Crédito: Amanda Perobelli/REUTERS

Daniel Vilela

Minas Gerais registrou, pelo quinto mês consecutivo, saldo positivo na geração de vagas de emprego. Após o impacto causado pelo início da pandemia da Covid-19, o Estado vem apresentando recuperação desde junho. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, foram gerados 42.124 postos de trabalho formais em outubro em Minas, resultado inferior somente ao alcançado por São Paulo.

O saldo positivo é resultado da diferença entre 163.934 admissões e 121.810 desligamentos ocorridos no mercado de trabalho mineiro. No acumulado entre janeiro e outubro, o saldo é de 5.340 vagas de emprego. Nos últimos dez meses, Minas Gerais atingiu 1.298.458 contratações e contabilizou 1.293.118 dispensas.

O governador Romeu Zema comemorou o resultado nas redes sociais. “Ótima notícia que mostra a recuperação da economia mineira: pelo quinto mês consecutivo. Esses resultados indicam uma recuperação gradual do mercado de trabalho, o que muito nos alegra”, afirmou.

O Estado vem apresentando resultados positivos na geração de emprego desde junho, após o baque causado pelo início da pandemia. O pior saldo foi identificado em abril, com a perda de 92.335 postos de trabalho. Em junho, o saldo foi 1.795 vagas.

Para a diretora de Monitoramento e Articulação de Oportunidades de Trabalho da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Amanda Siqueira Carvalho, “esse resultado aponta para um início da retomada econômica e é resultado também da flexibilização das medidas de isolamento social em boa parte dos municípios”.

Entre os municípios mineiros, a Capital ficou na frente na geração de vagas, com um saldo de 9.318 novos postos. Em segundo lugar aparece Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), com 5.300 vagas de saldo.

Setores – Os serviços registraram o melhor desempenho em outubro, com saldo de 17.013 vagas. A indústria ficou em segundo lugar, com um saldo de 10.619, seguida pelo comércio (10.282), e a construção civil (5.909). Somente o setor agropecuário registrou saldo negativo, com o fechamento de 1.699 postos de trabalho.

Em todo o País, em outubro, foram criados 394.989 postos de trabalho formais, melhor resultado do ano. Foram 1.548.628 admissões e 1.153.639 desligamentos. No acumulado de janeiro a outubro, foram fechados 171.139 postos de trabalho, com 12.231.462 contratações e 12.402.601 dispensas.

Todas as cinco regiões brasileiras registraram saldo positivo neste mês de outubro. Na região Sudeste, o saldo ficou em 186.884 postos criados. Entre as unidades federativas, o primeiro lugar no ranking de geração de empregos ficou com São Paulo, com 119.261 novas vagas.

Especialistas lembram que os dados positivos divulgados pelo Caged se devem, também, ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que permite redução temporária de salário e jornada, ou a suspensão do contrato de trabalho, com o pagamento de compensação parcial pelo governo aos trabalhadores.

Lançado com o objetivo de evitar demissões em massa durante a paralisação da economia no início da pandemia, o programa já alocou R$ 30,7 bilhões do orçamento total de R$ 51,6 bilhões. Após prorrogação anunciada pelo governo, o programa tem data de término prevista para 31 de dezembro.

Brasil atinge o melhor superávit do Caged

Brasília – O Brasil abriu 394.989 vagas formais de trabalho em outubro, melhor resultado mensal da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), iniciada em 1992. O desempenho foi atribuído pelo Ministério da Economia à força da retomada econômica, mas fortemente amparado por programa de manutenção de empregos que já consumiu mais de R$ 30 bilhões da União.

O dado veio bem melhor que a criação líquida de 233.500 postos projetada por analistas em pesquisa Reuters, e levou o acumulado dos dez primeiros meses do ano a uma perda líquida de 171.139 empregos com carteira assinada.

Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, é possível inclusive que o País chegue ao fim de 2020 sem perda de empregos formais, mesmo em meio à gravidade da crise desencadeada pelo novo coronavírus e que deverá levar o Brasil a sua maior retração econômica já registrada. “Se terminarmos o ano com zero de perda de empregos no mercado formal, terá sido um ano histórico para a economia brasileira”, disse o ministro.

Em coletiva de imprensa, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, reconheceu que dezembro é tradicionalmente marcado por fechamento expressivo de vagas formais de trabalho, mas ressaltou que o benefício concedido pelo governo para preservação de empregos continuará vigente, o que pode afetar positivamente o resultado do mês.

De acordo com Bianco, isso dá sustentação à “grande chance de número neutro (no acumulado) até o fim do ano”.

O secretário do Trabalho, Bruno Dalcolmo, ressaltou que a expectativa é que o programa continue contribuindo para manter os postos “muito após dezembro”, já que sua única exigência é que o trabalhador tenha garantia provisória no emprego pelo mesmo tempo que teve seu contrato suspenso ou reduzido.

Outubro foi o quarto mês consecutivo de criação de postos formais, após perdas registradas de março a junho e concentradas principalmente no mês de abril, quando houve encerramento de 942.774 vagas.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em outubro, indicam que a taxa de desemprego no país, que abarca também o trabalho informal, alcançou recorde de 14,4% nos três meses até agosto.

De acordo com o ministério, dos cinco grupos de atividades econômicas, quatro tiveram performance positiva no Caged em outubro, com destaque para serviços, com abertura de 156.766 postos de trabalho. Aparecem em seguida os setores do comércio (+115.647), indústria (+86.426) e construção (+36.296). Na agricultura, foram perdidos 120 empregos no período.

Benefício – Os dados do Caged têm sido ajudados pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que permite redução temporária de salário e jornada ou a suspensão do contrato de trabalho, com o pagamento de compensação parcial pelo governo aos trabalhadores.

Ao lançá-lo, o governo buscou evitar demissões em massa com a paralisação da economia por conta das medidas de distanciamento social. Diante dos resultados obtidos, o governo acabou renovando sucessivamente sua extensão até prorrogá-lo a 31 de dezembro.

Esse benefício, batizado de BEM, corresponde a uma parte do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito em caso de demissão. Hoje, o seguro desemprego varia de um salário mínimo (R$ 1.045) a R$ 1.813,03.

O governo informa que o BEM permitiu mais de 19,7 milhões de acordos entre empregados e empregadores no Brasil até agora, contemplando 9,8 milhões de trabalhadores. Até agora, o governo já gastou R$ 30,7 bilhões com o programa, sendo que seu orçamento total é de R$ 51,6 bilhões. (Reuters)

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