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Ministério da Economia melhora projeção de PIB em 2020 a -4,5%

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Crédito: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Economia reviu ontem sua projeção de contração do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 para 4,5%, sobre queda de 4,7% antes, em função do bom resultado esperado para a atividade econômica no terceiro trimestre.

Em boletim, a Secretaria de Política Econômica (SPE) avaliou que a forte recuperação da indústria e do varejo foi confirmada e que o setor de serviços apresentou “bom desempenho” depois da retração acentuada vista no segundo trimestre, ainda que a produção esteja bem aquém do nível registrado em fevereiro.

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“Destaca-se que, da mesma forma que a indústria e o varejo foram os principais motores da retomada no terceiro trimestre de 2020, mantém-se a expectativa de que os serviços serão responsáveis pela melhora da atividade no final do ano”, afirmou a SPE.

Nas contas da secretaria, o PIB deve subir 8,3% no terceiro trimestre ante os três meses anteriores, com retração de 3,9% sobre igual período do ano passado. Antes, a expectativa era de diminuição de 4,9% para a atividade frente ao terceiro trimestre de 2019.

Para a inflação medida pelo IPCA, a perspectiva agora é de 3,13% em 2020, bem acima da expectativa anterior de 1,83%, puxada pelo aumento no preço dos alimentos. Os números fazem parte da grade de parâmetros da SPE e vão embasar a confecção do próximo relatório de receitas e despesas.

Quanto ao ano que vem, a estimativa oficial da pasta para o PIB foi mantida em crescimento de 3,2%. Já para o IPCA, o número passou a um avanço de 3,23%, contra 2,94% antes.

No boletim Focus mais recente, economistas ouvidos pelo Banco Central estimaram retração de 4,66% para o PIB neste ano e alta de 3,31% no próximo. Para a inflação, a mediana das estimativas apontou alta de 3,25% em 2020 e de 3,22% em 2021.

O centro da meta de inflação de 2020 é de 4% e, em 2021, de 3,75% – em ambos os casos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

A SPE reiterou ontem seus cálculos de um avanço anual de 2,5% para o PIB de 2022 a 2024. (Reuters)

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