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Prévia do IPCA aponta inflação estável em novembro na RMBH

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O coordenador da pesquisa frisa que o segmento de transportes impactou o índice geral - Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC

Neste mês, o Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) permaneceu estável em 0,00% na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), de acordo com os dados divulgados na sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número da prévia representa o terceiro menor resultado mensal entre as 11 áreas pesquisadas pela entidade, sendo maior apenas do que o registrado em Recife (-0,04%) e Brasília (-0,23%). Já a variação acumulada na RMBH em doze meses foi de 2,54% e no acumulado do ano de 2,80%.

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O coordenador da pesquisa em Minas, Venâncio da Mata, destaca que o resultado em novembro é fruto de um equilíbrio verificado no período. Se por um lado houve variações positivas como em relação às despesas pessoais, que foi de 0,38%, por outro, houve queda em outros segmentos, como o de artigos de residência, que foi de 0,57%.

Aumentos – Conforme destaca Venâncio da Mata, na RMBH, “seis grupos tiveram crescimento acima da média”. Além das despesas pessoais já mencionadas, também apresentaram incremento os itens transportes (0,27%), educação (0,22%), saúde e cuidados pessoais (0,22%), vestuário (0,18%) e comunicação (0,14%).

Já as deflações ocorreram, além dos artigos de residência, em habitação (-0,53%) e alimentação e bebidas (-0,16%).

Impactos – O coordenador da pesquisa em Minas frisa que o segmento de transportes (0,27%) impactou em 0,05 ponto percentual (p.p.) o índice geral. “Houve o aumento da gasolina (0,91%), que é um subitem que tem um peso grande”, ressalta ele. O etanol também apresentou incremento, de 2,76%.

Já a variação negativa dos alimentos e bebidas, de 0,16%, foi puxada, sobretudo, pela alimentação no domicílio (-0,31%), gerando um impacto de -0,04 p.p. Nesse sentido, os destaques ficaram por conta da cebola (-18,81%), tomate (-18,32%), mamão (-17,34%), cenoura (-13,68%), batata-inglesa (-11,55%) e banana-prata (-9,95%). O maior impacto negativo no grupo (-0,04 p.p) foi do leite longa vida, que teve uma redução de 3,43%. Já a carne se destacou em relação à alta, que foi de 3,46%, com um impacto de 0,08 p.p.

Venâncio da Mata chama a atenção para o item habitação (-0,53%), que foi o que mais impactou o índice geral (-0,09%p.p.). O resultado foi influenciado pela redução de 1,97% no valor da energia elétrica residencial.

No período de coleta dos dados, que foi de 12 de outubro a 11 de novembro, a redução refletiu a mudança da bandeira vermelha, que estava em vigor no mês de setembro, para a amarela em outubro.

No entanto, o coordenador da pesquisa em Minas lembra que, como o IPCA vai abranger todo o mês de novembro, pode ser que haja um aumento do índice, já que o período está novamente com a bandeira vermelha.

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