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Reabertura ainda está indefinida em BH

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Foto: Adão de Souza-PBH

Comerciantes e demais proprietários de estabelecimentos não essenciais de Belo Horizonte continuam sem um posicionamento do município em relação à flexibilização das medidas restritivas impostas para combater a Covid-19. Ontem, o Comitê de Enfrentamento à Pandemia da Prefeitura de Belo Horizonte voltou a se reunir, mas ainda não houve decisão sobre reabrir ou não a cidade.

Segundo informações da PBH, apesar de ter ocorrido melhora no indicador de transmissão, que está em 0,87, e nas taxas de ocupação de leitos de enfermaria (65,4%), a ocupação de UTI ontem voltou a subir, atingindo 87,2% dos leitos.

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Mas o que mais tem preocupado o município, segundo fonte do Comitê, é a falta de insumos e medicamentos usados no processo de intubação dos pacientes na rede hospitalar da Capital, como sedativos e bloqueadores neuromusculares.

Há informações da chegada de uma remessa desses medicamentos enviadas pelo Ministério da Saúde. A informação foi divulgada ontem, em entrevista coletiva, pelo secretário de Estado da Saúde, Fábio Baccheretti. Segundo ele, Minas Gerais deve receber os insumos ainda neste fim de semana. Seria uma grande remessa oriunda da China dos medicamentos usados no chamado kit intubação.

Nesta sexta-feira, os membros do Comitê retomarão as discussões sobre uma possível reabertura da cidade. O comércio em geral e serviços considerados não essenciais estão fechados há 41 dias em Belo Horizonte.

Betim

O prefeito de Betim, Vittorio Medioli, anunciou ontem, em live nas redes sociais, a prorrogação do decreto que estabelece medidas restritivas contra a Covid-19 na cidade até o dia 21 de abril. Com a prorrogação, Betim não adere imediatamente à mudança de fase do pacote do Minas Consciente anunciada pelo Governo do Estado – que passa de onda roxa para onda vermelha.

“Pela primeira vez em toda a pandemia acho um pouco apressado retornar à onda vermelha porque a situação ainda é grave. Houve um recuo, sim, mas essas variantes são muito mais agressivas, então não podemos, neste momento, arriscar voltar ao momento mais crítico. Enquanto as pessoas não forem vacinadas, a letalidade é provável até para os mais jovens. É por isso que estou convencido de que precisamos segurar mais alguns dias”, destacou Medioli.

Com a decisão do município, apenas o comércio essencial continua autorizado a funcionar, desde que obedeça todas as medidas de biossegurança vigentes. Estabelecimentos que não respeitarem as normas podem ter o alvará de funcionamento suspenso ou cassado. “A Vigilância Sanitária atuará com rigor ainda maior”, avisou o prefeito.

As restrições também continuam valendo até 21 de abril para os templos religiosos, que só podem ficar abertos para visitação e/ou manifestação individual da fé, desde que obedecidos os protocolos de segurança. Reuniões estão liberadas apenas aos domingos para os templos que possuem Termo de Ajustamento Municipal firmado. Ainda assim, é obrigatório por parte deles o cumprimento de duas medidas: lotação máxima de 25% da capacidade total do local; e realização de até quatro celebrações no dia.

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